Lamento Azul
2 September 2010
15 comentários
Encontrei-me sem mais perguntas.
Tenho na garganta a palavra frustrada.
Penso na perfeita sombra que me acompanhava.
Vê-la desfeita
possibilitou-me vaga e triste rota.
Sem a persuasão da sombra
nada posso.
Incomunicável a lágrima se extingue:
é que havia um murmúrio
- lamento azul e profundo –
que agora desapareceu.
Devagar caminharei na areia inútil desses dias.
Queridos leitores, sintam-se acolhidos pela poesia.
Obrigada por terem vindo.
Beijos mineiros.










Minha querida Ritinha, poeta da alma!
Sabe, em alguns instantes meus lamentos também são azuis… por vezes, são feitos de um azul-marinho, mais triste, escuro, quase beirando o preto…
Outra hora são tecidos por um azul claro, vívido, cintilante…
E, no meio do caminho, busco equilibrar meu lamento entre os mais diversos tons de azul que existem…. que não sejam radicais como o marinho nem exposts como o claro…
Que sejam, simplesmente, azuis como o céu!
E não se esqueça…. as areais nunca são inúteis, Ritinha!
Amo suas reflexões e sou sua fã incondicional!
Um beijo grande!
meu frágil refrão ecoa no castelo sem regra sem rogo só cartas sépias amarelecidas um bolero que eu pinto em blues…
beijo
Ritinha…
Quão profundas são tuas palavras,poesia que ecoa nos quatro cantos do vento e nos torna sensíveis a todos os tipos de sentimentos.
Não importa quem pintou o céu eu quero um pouquinho da tinta,pois o azul seja ele lamento ou felicidade sempre nos proporciona a saudade que voa no tempo.
Beijos poéticos.
Amo muito você.
Obrigada por tudo!
Meu carinho.
Sandra
Minha querida Poeta
suas palavras e poesias para mim são sempre tão especiais, tão perfeitas, com você aprendo faz muito tempo e quero sempre aprender, suas poesias são lindas demais, são poesias que só os verdadeiros Poetas podem nos dar
, e ja tinha saudade de a ler
, amei
!
um beijo no seu coração
Oi moçoila!!
Faz um tempinho que não passo por seus textos e…. senti falta!
Você deixa meu coração pequenininho, pequenininho, porque ele consegue colocar todas as lágrimas pra fora e desincha, sabe?
Hihihihi… brincadeirinahs à parte…. ó… te gosto demais! E gosto de ler você sempre!
Parabéns, lindona!
Bitocas…. avassaladoras!
Minha querida Ritinha, que delícia que é te ler…
E agora quando eu sinto saudades (ou seja todos os dias), eu não preciso vir apenas no portal, ou no seu blog, eu tenho um livro de cabeceira… rs… Não li todo, porque quero um lugar pra mim e pro livro, e já tenho esse lugar… Mas sempre me pego lendo algumas linhas que aguça a minha curiosidade…
Lamento as lágrimas que escorreram no azul profundo do mar, rodeado da saudade de expor versos em areias que abraçam os sentimentos expostos…
Vc é uma querida, minha flor!!
Beijos e saudades de ti!!!^^
Querida Rita!!!
Lindo poema!! Um alento nesse tão desértico dia!
Parabéns! Beijos!
Querida Rita,
Que poema maravilhoso!
Amei
Beijos
Querida Rita,
Como é bom poder degustar seus lindos e profundos versos, meus parabéns!
O céu azul é maravilhoso, mas ele fica mais encantador quando esta acompanhado de algumas nuvens com formatos de desenhos ou de algumas estrelas.
Beijos
Ritinha
Você mais uma vez superando a arte de encantar nossos corações!!
Beijos DJ Mynno
Olá Rita,
Lindos e encantadores versos querida.
Amei!!!
Há…palavras que não foram ditas, lágrimas que tanto rolaram, murmúrios por vezes infundados, lamentos, verdadeiros e profundos lamentos quem nunca os proferiram né? No entanto, Papai do céu nos deu como muito bem espressos em seus versos, o lindo azul do céu para apaziguar as emoções.
Bjaum^^
Da Sam @>~~
Ritinha,
4 estações
4 ventos
4 cantos do mundo
4 pessoas envolvidas (vc, o mar, o mar e vc)
Nada como um dia após o outro, a eterna paciência e o eterno tempo!
Só não se deixe levar, finque os pés e grite se for o caso!
Vc tem voz e tem que fazer valer a vitalidade dos pulmões mineiros!
Te amo!
bj grande
do tipo grande
Tuka
“Eu que falei nem pensar… agora me arrpendo, roendo as unhas. (…) Eu fui sincero como não se pode ser…”
Às vezes a gente cria um mundo em torno de uma sombra – ou uma ilusão – e quando tudo se desfaz, parece não haver mais chão sob nossos pés…
Lembrou-me tanto o Epigrama número 8 da Cecília Meireles:
“Encostei-me a ti, sabendo bem que eras somente onda.
Sabendo bem que eras nuvem, depus a minha vida em ti.
Como sabia bem tudo isso, e dei-me ao teu destino frágil,
fiquei sem poder chorar, quando caí.”
Mas esse Lamento Azul é muito mais especial… Ele tem a marca da minha querida Rita Schultz!!
Lindo, como sempre!
Beijos com carinho!!
Eu que falei :nem pensar!
Essa frase entrou como um tiro!
Rita sua mensagem como sempre são curtas, digo a escrita, mas são longas na reflexaõ, na beleza pura e real do que escreve!
Nossa vida as vezes é um lamento azul mesmo.
Parabéns mais uma vez!
beijos
ESTOU AMANDO O SEU LIVRO, SÓ PRA CONSTAR VOCE PEDIU!
Minha querida amiga Rita,
É só fechar os olhos e divagar
por esse belo poema…
Boa combinação de imagem e musica.
bjo. no coração
Arrumador de palavras.
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