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	<title>Sandra Cajado  Arte &#38; Cultura &#187; Tuka Okrent &#8211; Quem quiser que conte outra</title>
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		<title>Théâtre du Soleil</title>
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		<pubDate>Tue, 09 Nov 2010 14:10:05 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Sandra Cajado</dc:creator>
				<category><![CDATA[Tuka Okrent - Quem quiser que conte outra]]></category>

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		<description><![CDATA[Doze contêineres vindos da França, com arquibancadas, cenários, figurinos, piso de  palco e até uma cozinha completa com todos os utensílios necessários para  produzir e servir refeições ao público, desembarcaram no Brasil, em São Paulo, 03 anos atrás. Uma mulher e sua trupe, com mais de 60 pessoas (crianças  inclusive) e mais de 20 idiomas, fizeram uma turnê pelo mundo desde sua estréia  em dezembro de 2006.

É um espetáculo sobre a essência  humana. Trata daquilo que nos une aos outros, das covardias invisíveis, das  ...]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p style="text-align: justify;">Doze contêineres vindos da França, com arquibancadas, cenários, figurinos, piso de  palco e até uma cozinha completa com todos os utensílios necessários para  produzir e servir refeições ao público, desembarcaram no Brasil, em São Paulo, 03 anos atrás. Uma mulher e sua trupe, com mais de 60 pessoas (crianças  inclusive) e mais de 20 idiomas, fizeram uma turnê pelo mundo desde sua estréia  em dezembro de 2006.</p>
<p style="text-align: center;"><a><img src="http://img818.imageshack.us/img818/7008/clipimage001l.jpg" border="0" alt="" width="386" height="264" /></a></p>
<p style="text-align: justify;">É um espetáculo sobre a essência  humana. Trata daquilo que nos une aos outros, das covardias invisíveis, das  palavras que salvam a vida. São ações que transcorrem em palcos móveis e  circulares, que os atores manejam com a fluidez dos patinadores. As cenas  surgem, arrebatam e desaparecem. Esse espetáculo tem, aproximadamente, sete horas.</p>
<p style="text-align: justify;">O desafio é  revelar ao público os instantes que fazem de nós o que somos. Cada cena é um  instante. Cada instante é essencial e o espetáculo integral traz a emoção à  tona!</p>
<p style="text-align: justify;">Há mais de 40 anos, foi fundado em  1964, por Ariane Mnouchkine, junto a alguns colegas da Universidade de  Paris-Sorbonne, uma Sociedade Cooperativa Operária de Produção, com o objetivo de estabelecer novas relações com  o público e realizar algo que se distinguisse do teatro burguês, para chegar a  um teatro popular de qualidade.</p>
<p style="text-align: justify;">Em 1970, a trupe se instala no Bosque de Vincennes, na  Cartoucherie &#8211; antiga fábrica de munição do exército francês, nos arredores de  Paris.  Desde então, o Théâtre du  Soleil se transformou em uma das mais importantes companhias da França, pela  quantidade de artistas que abriga e por sua projeção internacional.  São mais de 70 artistas que falam 25  idiomas diferentes, predominando o francês. Atualmente, é uma das mais  prestigiadas no panorama internacional.</p>
<p style="text-align: justify;">O espetáculo nasce de improvisações, filmagens,  fotografias, e, na seqüência, é exibido aos atores durante os ensaios. Os  comentários das imagens fazem parte do trabalho de ensaio dos atores. Sem esses  critérios, torna-se impossível realizar o espetáculo.</p>
<p style="text-align: center;"><a><img src="http://img138.imageshack.us/img138/9872/clipimage001k.jpg" border="0" alt="" width="407" height="287" /></a></p>
<p style="text-align: justify;">Ariane  Mnouchkine é considerada, internacionalmente, uma das maiores diretoras de teatro  em atividade no mundo.  Em sua arte, ela trabalha a  ousadia, a atuação, as formas de arte pelo mundo, a graça, a emoção. É  importante ressaltar que o choro também faz parte dessa arte. Da arte de atuar.  Tem que haver uma troca, não há como viver na abstração. Do contrário, está no  lugar errado.</p>
<p style="text-align: center;"><strong>“<em>um  filme ou um espetáculo são como uma viagem num barco  à vela, a gente prepara  tudo com muito cuidado, a gente entra no  barco, iça a vela, mas tudo depende dos  ventos do  dia</em>.”</strong></p>
<p style="text-align: center;">
<p style="text-align: center;"><em><strong>Créditos das imagens:</strong> Martine Franck e Michèle Laurent</em></p>
<p style="text-align: center;"><a href="http://www.etnocenologia.org/vicoloquio/index.php?option=com_content&amp;view=article&amp;id=64:deolinda-catarina-franca-de-vilhena-ariane-mnouchkine-e-o-theatre-du-soleil-notas-de-uma-trajetoria-entre-palco-e-tela-&amp;catid=14:paineis-de-pesquisadores-convidados&amp;Itemid=186"><em>Deolinda Catarina FRANÇA DE VILHENA  &#8211;  Ariane Mnouchkine e o Théâtre du Soleil: notas de uma trajetória entre palco e tela</em></a></p>
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		<title>O Teatro Kabuki</title>
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		<pubDate>Tue, 26 Oct 2010 14:00:17 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Sandra Cajado</dc:creator>
				<category><![CDATA[Tuka Okrent - Quem quiser que conte outra]]></category>

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		<description><![CDATA[
Kabuki é uma forma de  teatro japonês conhecida pela estilização do drama e pela elaborada maquiagem  usada, durante o período Edo, no começo do séc. XVII. A palavra “Kabuki” é resultado da junção de 03 ideogramas:  “ka”, “bu” e “ki”, que significam respectivamente: cantar, dançar e representar.  Foi criada por Okuni, uma dançarina de grande talento.
Essa forma de teatro era cultivada  principalmente pelos mercadores da época. Eles expressavam seus ideais nas  peças. Faziam críticas à sociedade, ao governo e aos fatos históricos, através  ...]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p style="text-align: center;"><a><img src="http://img513.imageshack.us/img513/1275/2008042252.jpg" border="0" alt="" width="282" height="317" /></a></p>
<p style="text-align: justify;">Kabuki é uma forma de  teatro japonês conhecida pela estilização do drama e pela elaborada maquiagem  usada, durante o período Edo, no começo do séc. XVII. A palavra “Kabuki” é resultado da junção de 03 ideogramas:  “ka”, “bu” e “ki”, que significam respectivamente: cantar, dançar e representar.  Foi criada por Okuni, uma dançarina de grande talento.</p>
<p style="text-align: justify;">Essa forma de teatro era cultivada  principalmente pelos mercadores da época. Eles expressavam seus ideais nas  peças. Faziam críticas à sociedade, ao governo e aos fatos históricos, através  de dramas, ironias e sátiras. O tema principal do Kabuki era a insatisfação dos  mercadores com a classe samurai e o sistema feudal. Embora a classe mercantil já  gozasse de alto poder econômico, ainda tinha que se curvar aos seus superiores.  O dia-a-dia da classe plebéia também era tema do  Kabuki.</p>
<p style="text-align: justify;">Entretanto, o que mais atraía o público  da época (mercadores, artesãos, povo da cidade, camponeses) eram as atrizes.  Através das danças bastante sensuais, o público comparecia a esses eventos não  mais pela atuação em si, e sim pela beleza dessas mulheres, muitas das quais  eram prostitutas.</p>
<p style="text-align: justify;">Temendo uma séria desmoralização do  público, em 1.629 o governo do xogunato Tokugawa proibiu oficialmente a  participação de atrizes no teatro Kabuki. Estabelecia-se então uma das  características mais tradicionais dessa forma de teatro, que é a atuação apenas  de homens, travestidos de mulheres.</p>
<p style="text-align: justify;">Como o povo já aceitava o Kabuki como  forma de arte, os atores masculinos imediatamente substituíram os papéis  femininos. Isso gerou o que ficou conhecido por “onnagata” que é a arte do ator  de se travestir de mulher e representar como uma atriz. Os “onnagata” são  verdadeiros especialistas em interpretar papéis femininos.</p>
<p style="text-align: justify;">Logo que surgiu, o Kabuki expandiu-se  assimilando características de todas as formas teatrais que já existiam no  Japão, tais quais o teatro Nô, o Kiogen e, posteriormente, o Bunraku (forma  elaborada de teatro de bonecos). Desses, o Kabuki extraiu técnicas e repertório  para tornar-se, assim, a forma de teatro mais popular do Japão, ainda nos dias  de hoje.</p>
<p style="text-align: justify;">O famoso dramaturgo Chikamatsu Monzaemon, um dos primeiros a  escrever textos dramáticos de Kabuki profissionalmente, produziu muitos  trabalhos influentes, embora a peça tida como mais significativa de sua obra,  Sonezaki Shinju (Os suicídios de amor em Sonezaki), tenha sido originalmente  escrita para <em>bunraku</em>. Como muitas  outras peças de <em>bunraku</em>, entretanto, essa foi adaptada para Kabuki.  Conta-se que essa e outras peças similares causaram tantos casos reais de  suicídio, que o governo proibiu as <em>shinju mono</em> (peças sobre suicídio  duplo de amantes &#8211; curiosa semelhança com <em>Romeu e  Julieta</em>) em 1723.</p>
<p style="text-align: justify;">No Japão moderno, o  teatro kabuki tornou-se um espetáculo popular que combina realismo e formalismo,  música e dança, mímica, encenação e figurinos, implicando numa constante  integração entre os atores e a platéia.</p>
<p style="text-align: justify;">Há três categorias principais de peças kabuki:</p>
<p style="text-align: justify;"><em>jidai-mono</em> &#8211; peças anteriores ao período Sengoku;</p>
<p style="text-align: justify;"><em>sewa-mono</em> &#8211; peças posteriores ao período  Sengoku;</p>
<p style="text-align: justify;"><em>shosagoto</em> &#8211; peças de dança.</p>
<p style="text-align: justify;">Os <em>mie</em> (<em>aparência</em> ou <em>visível</em>, em japonês) e a maquiagem  são características importantes do Kabuki. Os <em>mie</em> são poses pitorescas que o ator  sustenta para compor seu personagem.  É um momento em que o ator pára congelado  numa pose. O propósito é expressar o auge das emoções de um personagem. Os olhos  do ator se abrem o máximo possível; se o personagem tiver que parecer agitado ou  nervoso o ator chega a ficar zarolho. A maquiagem (ou <em>keshô</em>) é um  elemento do estilo facilmente reconhecível, mesmo por quem não está  familiarizado com esta forma de arte. O pó-de-arroz é usado para criar a base  branca <em>oshiroi</em>. O <em>kumadori</em> acentua ou exagera as linhas faciais  para produzir as máscaras dramáticas usadas pelos  atores.</p>
<p style="text-align: justify;">Uma característica marcante do teatro  Kabuki, além da inexistência de atrizes, é a incrível beleza dos cenários. Assim  como o cenário, a maquilagem e as roupas das personagens apresentam um  fascinante e extraordinário colorido. A vestimenta participa desse conjunto  multicor ajudando a caracterizar o ator Kabuki. Tudo é extremamente exagerado, o  que o torna mais atraente. O choque visual vai além desses parâmetros: a mímica  possui força de expressão e os movimentos são feitos em cadência, com alto nível  de perfeição. Dessa forma, mesmo que a  história não seja muito interessante, o espectador encanta-se com o arranjo das  cores.</p>
<p style="text-align: justify;">O que realça a presença  dos artistas Kabuki é a maquiagem altamente estilizada, marcando os contornos  dos olhos, os cílios e a boca. Cada cor está ligada a uma simbologia que  representa o temperamento do personagem. Assim como o branco é usado por  mulheres e jovens apaixonadas, o vermelho retrata a ira e a cólera, o cinza a  melancolia, azul-preto os vilões e o verde os espíritos diabólicos e visitantes  de outro mundo.</p>
<p style="text-align: justify;">O caráter extravagante da maquiagem, a beleza do cenário aliada às  explorações estéticas no campo da dança e da música constituíram-se em fatores  essenciais para a ampla acolhida popular que este teatro obteve ao longo do tempo, e não só no  Oriente.</p>
<p style="text-align: center;"><object classid="clsid:d27cdb6e-ae6d-11cf-96b8-444553540000" width="427" height="278" codebase="http://download.macromedia.com/pub/shockwave/cabs/flash/swflash.cab#version=6,0,40,0"><param name="allowFullScreen" value="true" /><param name="allowscriptaccess" value="always" /><param name="src" value="http://www.youtube.com/v/USn2zCEL_WQ?fs=1&amp;hl=pt_BR&amp;color1=0xe1600f&amp;color2=0xfebd01" /><param name="allowfullscreen" value="true" /><embed type="application/x-shockwave-flash" width="427" height="278" src="http://www.youtube.com/v/USn2zCEL_WQ?fs=1&amp;hl=pt_BR&amp;color1=0xe1600f&amp;color2=0xfebd01" allowscriptaccess="always" allowfullscreen="true"></embed></object></p>
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		<title>O Teatro Negro</title>
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		<pubDate>Tue, 12 Oct 2010 15:10:52 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Sandra Cajado</dc:creator>
				<category><![CDATA[Tuka Okrent - Quem quiser que conte outra]]></category>

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		<description><![CDATA[Bem-vindo ao mundo sem palavras!
Teatro de luz negra é um mundo de criações ilusórias e segredos escondidos.  As histórias são contadas com uma mistura de mímica, música, coreografias dinâmicas, balé, cinema de animação, efeitos visuais, atores e bonecos.

O princípio do teatro negro consiste num truque de ótica que tira partido de uma imperfeição do olho humano que não consegue distinguir objetos negros sobre um fundo negro. Usado na antiga China para entreter os imperadores, este princípio foi adotado somente no século XVIII pelos japoneses nos teatros de marionetes, posteriormente introduzido ...]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p style="text-align: center;"><strong><em>Bem-vindo ao mundo sem palavras!</em></strong></p>
<p style="text-align: justify;">Teatro de luz negra é um mundo de criações ilusórias e segredos escondidos.  As histórias são contadas com uma mistura de mímica, música, coreografias dinâmicas, balé, cinema de animação, efeitos visuais, atores e bonecos.</p>
<p style="text-align: center;"><object classid="clsid:d27cdb6e-ae6d-11cf-96b8-444553540000" width="425" height="344" codebase="http://download.macromedia.com/pub/shockwave/cabs/flash/swflash.cab#version=6,0,40,0"><param name="allowFullScreen" value="true" /><param name="allowscriptaccess" value="always" /><param name="src" value="http://www.youtube.com/v/0hZAQNrpOCo?fs=1&amp;hl=pt_BR&amp;color1=0xe1600f&amp;color2=0xfebd01" /><param name="allowfullscreen" value="true" /><embed type="application/x-shockwave-flash" width="425" height="344" src="http://www.youtube.com/v/0hZAQNrpOCo?fs=1&amp;hl=pt_BR&amp;color1=0xe1600f&amp;color2=0xfebd01" allowscriptaccess="always" allowfullscreen="true"></embed></object></p>
<p style="text-align: justify;">O princípio do teatro negro consiste num truque de ótica que tira partido de uma imperfeição do olho humano que não consegue distinguir objetos negros sobre um fundo negro. Usado na antiga China para entreter os imperadores, este princípio foi adotado somente no século XVIII pelos japoneses nos teatros de marionetes, posteriormente introduzido na Europa por titereiros ou titeriteiros (manipuladores de fantoches) franceses e, por fim, transformado num tipo de linguagem visual e cênica que quebra as barreiras da língua e transforma esta arte numa forma magnífica de comunicação performática, que combina técnicas tradicionais com pirotecnia moderna.</p>
<p style="text-align: center;"><object classid="clsid:d27cdb6e-ae6d-11cf-96b8-444553540000" width="425" height="344" codebase="http://download.macromedia.com/pub/shockwave/cabs/flash/swflash.cab#version=6,0,40,0"><param name="allowFullScreen" value="true" /><param name="allowscriptaccess" value="always" /><param name="src" value="http://www.youtube.com/v/CoWe0g2YE4Y?fs=1&amp;hl=pt_BR&amp;color1=0xe1600f&amp;color2=0xfebd01" /><param name="allowfullscreen" value="true" /><embed type="application/x-shockwave-flash" width="425" height="344" src="http://www.youtube.com/v/CoWe0g2YE4Y?fs=1&amp;hl=pt_BR&amp;color1=0xe1600f&amp;color2=0xfebd01" allowscriptaccess="always" allowfullscreen="true"></embed></object></p>
<p style="text-align: justify;">A luz do teatro negro moderno nasceu nos anos 50, principalmente com o artista franco-vanguardista George Lafaille, que é freqüentemente chamado de &#8220;o pai do teatro de luz negra”.</p>
<p style="text-align: justify;">No passado, o conceito do teatro de luz negra foi guardado em sigilo. Os atores usavam máscaras, cobriam-se com roupas pretas contra um fundo negro, criando uma ilusão de ótica e faziam com que as pessoas desaparecessem. Mas, para que tudo funcionasse bem, o teatro devia estar completamente escuro.</p>
<p style="text-align: justify;">A escuridão intensa do teatro negro está cheia de fantasias, imagens poéticas. Não há como ver os atores, eles praticamente tornam-se invisíveis. Esse truque, inicialmente utilizado em teatro de marionetes, foi adotado por companhias tchecas de teatro como base de uma nova linguagem teatral, na qual atores de carne e osso trajados de negro se movimentam à frente de um cenário igualmente negro, fazendo sobressair, com um complexo jogo de luzes, partes dos seus corpos e fazendo objetos inanimados terem vida própria.</p>
<p style="text-align: justify;">Essas luzes são lâmpadas fluorescentes que fazem com que os objetos pintados sejam visíveis.</p>
<p style="text-align: justify;">Falar em teatro negro é falar obrigatoriamente em Praga. Este tipo de teatro pertence inseparavelmente à vida cultural de Praga. Foi fundado em 1975 por Jirí Smec e por Frantisek Kratochivil, atual diretor artístico da companhia.</p>
<p style="text-align: justify;">Esta forma de arte tipicamente tcheca é muito apreciada. Em Praga, existem nove teatros de luz negra, destacando-se o de Jirí Smec, onde a mímica é usada como um dos procedimentos técnicos; o teatro Ta Fantastika, que usa efeitos específicos de luz negra e cinema de animação com atores reais e, o teatro WOW, que atualmente é o mais jovem, maior e moderno.</p>
<p style="text-align: center;"><object classid="clsid:d27cdb6e-ae6d-11cf-96b8-444553540000" width="425" height="344" codebase="http://download.macromedia.com/pub/shockwave/cabs/flash/swflash.cab#version=6,0,40,0"><param name="allowFullScreen" value="true" /><param name="allowscriptaccess" value="always" /><param name="src" value="http://www.youtube.com/v/naaQgWjgm-Y?fs=1&amp;hl=pt_BR&amp;color1=0xe1600f&amp;color2=0xfebd01" /><param name="allowfullscreen" value="true" /><embed type="application/x-shockwave-flash" width="425" height="344" src="http://www.youtube.com/v/naaQgWjgm-Y?fs=1&amp;hl=pt_BR&amp;color1=0xe1600f&amp;color2=0xfebd01" allowscriptaccess="always" allowfullscreen="true"></embed></object></p>
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		<title>Falar, Hablar, Parlare, Ledaber, To talk, Parler, Sprechen</title>
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		<pubDate>Tue, 28 Sep 2010 15:00:53 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Sandra Cajado</dc:creator>
				<category><![CDATA[Tuka Okrent - Quem quiser que conte outra]]></category>

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		<description><![CDATA[A voz é um  instrumento vivo e está  associada à fala, na realização da comunicação verbal. Pode variar quanto à  intensidade, altura, inflexão, ressonância, articulação e muitas outras  características.
Devemos  lembrar sempre do que falamos ao outro. A comunicação, a linguagem verbal, o uso  da voz, isso só tem sentido quando temos o outro e quando nos fazemos entender.
Já  repararam como nossa voz tem multi-funções? Ela pode revelar nosso interesse por  alguém, nosso cansaço, nossa tristeza, alegria, ansiedade, nos denuncia quando  acabamos ...]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p style="text-align: justify;">A voz é um  instrumento vivo e está  associada à fala, na realização da comunicação verbal. Pode variar quanto à  intensidade, altura, inflexão, ressonância, articulação e muitas outras  características.</p>
<p style="text-align: justify;">Devemos  lembrar sempre do que falamos ao outro. A comunicação, a linguagem verbal, o uso  da voz, isso só tem sentido quando temos o outro e quando nos fazemos entender.</p>
<p style="text-align: justify;">Já  repararam como nossa voz tem multi-funções? Ela pode revelar nosso interesse por  alguém, nosso cansaço, nossa tristeza, alegria, ansiedade, nos denuncia quando  acabamos de acordar, eleva-se num ambiente ruidoso, modifica-se quando estamos  calmos ou quando estamos exercendo uma atividade em que a voz é o  diferencial.</p>
<p style="text-align: justify;">Depois  de toda essa explanação, vou revelar o que me traz aqui. Colocarei todos os  pingos nos respectivos “is”.</p>
<p style="text-align: justify;">Sabe  aquele profissional que manipula e, sem mexer a boca, dá voz a um boneco,  promovendo um diálogo entre o artista e a peça inanimada? Então, apresento-lhes  o ventríloquo (em  latim, <em>venter loqui,</em> significa  barriga falante).</p>
<p style="text-align: justify;">A  ventriloquia  é a arte de projetar a voz, sem que se abra a boca ou se mova os lábios, de  maneira que o som pareça vir de outra fonte que não a do  falante.</p>
<p style="text-align: justify;">Esse  fenômeno é possível devido ao uso do estômago durante a inalação. É preciso  inspirar e expirar devagar, pressionando com força as cordas vocais. As palavras  são formadas pelo estreitamento da garganta &#8211; a boca abre-se o mínimo e a língua  move-se apenas na ponta. O  artista dissimula o timbre natural da própria voz e encara um verdadeiro diálogo  com a peça inanimada, o que contribui para reforçar a  ilusão.</p>
<p style="text-align: justify;">Essa  arte teve início há anos com os gregos antigos, que a chamavam de  <em>gastromancia</em>, e estava associada às práticas divinatórias da <em>necromancia</em>, sendo usada para parecer  que o espírito do morto estava presente para dar informações de além-túmulo.</p>
<p style="text-align: justify;">Imaginem  que durante a Idade Média a prática era associada à  feitiçaria!</p>
<p style="text-align: justify;">A  partir do século XVI as doutrinas espiritualistas foram se apartando das mágicas  e das fugas, tornando-as artes, voltadas aos espetáculos teatrais e circenses,  sem conotações místicas.</p>
<p style="text-align: justify;">É  praticado em todo o mundo, assumindo fisionomias e espíritos dramáticos bem  cômicos e diferenciados. Confeccionado muitas vezes semelhante à nossa imagem,  transforma-se em um ser misterioso em torno do qual podemos construir um  mundo.</p>
<p style="text-align: justify;">No  palco cria vida própria, conta história, transforma a vida em magia que muitas  vezes nos faz sair da realidade, mas não perde o caráter da expressão  artística.</p>
<p style="text-align: justify;">É  visível o encantamento e a curiosidade que provoca tanto nas crianças como nos  os adultos. A ventriloquia possui valores que a transcendem, eliminando  barreiras de tempo e lugar.</p>
<p style="text-align: center;"><a><img src="http://img337.imageshack.us/img337/2505/edgarbergenandcharliemc.jpg" border="0" alt="" width="406" height="304" /></a></p>
<p style="text-align: center;"><strong><em>Ventríloquo  americano Edgar Bergen</em></strong></p>
<p style="text-align: center;"><object classid="clsid:d27cdb6e-ae6d-11cf-96b8-444553540000" width="425" height="344" codebase="http://download.macromedia.com/pub/shockwave/cabs/flash/swflash.cab#version=6,0,40,0"><param name="allowFullScreen" value="true" /><param name="allowscriptaccess" value="always" /><param name="src" value="http://www.youtube.com/v/ufkCVPZwfW0?fs=1&amp;hl=pt_BR&amp;color1=0xe1600f&amp;color2=0xfebd01" /><param name="allowfullscreen" value="true" /><embed type="application/x-shockwave-flash" width="425" height="344" src="http://www.youtube.com/v/ufkCVPZwfW0?fs=1&amp;hl=pt_BR&amp;color1=0xe1600f&amp;color2=0xfebd01" allowscriptaccess="always" allowfullscreen="true"></embed></object></p>
<p style="text-align: left;">Um  pequeno exercício de imaginação: se o sonho de Pinóquio era tornar-se um menino  de verdade, qual seria o do boneco?</p>
<p style="text-align: left;">Ser  autônomo? Não ser manipulado? Ter voz própria? Pensar por si  mesmo?</p>
<p style="text-align: center;"><strong><em>Quantos  de nós deveriam ter essas mesmas aspirações e  concretizá-las?</em></strong></p>
<p style="text-align: center;"><strong><em>Por  que não pô-las em prática já?</em></strong></p>
]]></content:encoded>
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		<title>Quarta Parede: quebrar ou não quebrar?</title>
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		<pubDate>Tue, 14 Sep 2010 15:10:17 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Sandra Cajado</dc:creator>
				<category><![CDATA[Tuka Okrent - Quem quiser que conte outra]]></category>

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		<description><![CDATA[
A quarta parede é um dos conceitos mais importantes da dramaturgia: os atores em cena devem agir  como se o público não estivesse presente, como se houvesse uma parede imaginária  entre o palco e a plateia. Isso impede o elenco de trocar olhares com o público,  dando a impressão de que tudo o que acontece na peça é verdade, sem a  interferência de elementos exteriores. Sem a interferência do espectador.
Trata-se de uma parede imaginária situada na frente do palco do teatro, por meio da qual a ...]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p style="text-align: center;"><a><img src="http://img823.imageshack.us/img823/8421/teatrof.jpg" border="0" alt="" width="365" height="262" /></a></p>
<p style="text-align: justify;">A quarta parede é um dos conceitos mais importantes da dramaturgia: os atores em cena devem agir  como se o público não estivesse presente, como se houvesse uma parede imaginária  entre o palco e a plateia. Isso impede o elenco de trocar olhares com o público,  dando a impressão de que tudo o que acontece na peça é verdade, sem a  interferência de elementos exteriores. Sem a interferência do espectador.</p>
<p style="text-align: justify;">Trata-se de uma parede imaginária situada na frente do palco do teatro, por meio da qual a plateia assiste passiva à ação do mundo encenado. A origem do  termo é incerta, mas presume-se que o conceito tenha surgido no século XX, com a  chegada do teatro realista.</p>
<p style="text-align: justify;">O  termo &#8220;quarta parede&#8221; também é usado no cinema, em videogames, na televisão e  na literatura, geralmente para se referir à divisória entre a ficção e a audiência.  Este recurso cênico é um dos elementos mais bem estabelecidos da ficção e levou  alguns artistas a voltarem sua atenção para ela como efeito  dramático.</p>
<p style="text-align: justify;">Como  no teatro tudo pode acontecer, esse mesmo recurso é muito utilizado no intuito  de desfazer essa convenção, isto é, derrubando este princípio.</p>
<p style="text-align: justify;"><em>Como assim? </em> Quebrando a quarta parede!</p>
<p style="text-align: justify;">É simples, é a  ação que o ator tem ao se dirigir diretamente ao espectador, não o ignorando  mais.</p>
<p style="text-align: justify;">Os  espetáculos podem, portanto, ser de dois modos: com e sem a quarta  parede.</p>
<p style="text-align: justify;">A  plateia é convidada a interagir com os atores em certos pontos, como para  escolher a resolução de um mistério. Nesse caso, os espectadores são tratados  como testemunhas da ação em andamento, tornando-se &#8220;atores&#8221;, quebrando a quarta  parede.</p>
<p style="text-align: justify;">É  importante perceber a idéia de que a quarta parede foi “derrubada”, mais  precisamente naqueles espetáculos em que os atores “saem do palco” e se  relacionam diretamente com o público &#8211; seja sentando ao seu lado, seja oferecendo  algum objeto ou até mesmo convidando pessoas da platéia para atuar em uma  pequena cena que será montada aos olhos do público.</p>
<p style="text-align: justify;">Derrubar  a quarta parede de forma súbita é um recurso bastante usado para um efeito  humorístico “non sense”, atém mesmo em “stand-ups” já que tal efeito é  inesperado em ficções narrativas e afins.</p>
<p style="text-align: justify;">Quebrar  a quarta parede é interagir com o seu público. É estar em contato direto com  ele, sem barreiras.</p>
<p style="text-align: center;">É conhecê-lo. É reconhecê-lo.</p>
<p style="text-align: right;"><strong><em>“Todo  mundo é teatro</em><em>,  mesmo que não faça, </em></strong></p>
<p style="text-align: right;"><strong><em>só  que os atores têm consciência disso”.</em></strong></p>
<p style="text-align: right;"><em>Augusto  Boal</em></p>
<p style="text-align: justify;">
<p style="text-align: center;"><object classid="clsid:d27cdb6e-ae6d-11cf-96b8-444553540000" width="425" height="344" codebase="http://download.macromedia.com/pub/shockwave/cabs/flash/swflash.cab#version=6,0,40,0"><param name="allowFullScreen" value="true" /><param name="allowscriptaccess" value="always" /><param name="src" value="http://www.youtube.com/v/jSmtKQ14A1U?fs=1&amp;hl=pt_BR&amp;color1=0xe1600f&amp;color2=0xfebd01" /><param name="allowfullscreen" value="true" /><embed type="application/x-shockwave-flash" width="425" height="344" src="http://www.youtube.com/v/jSmtKQ14A1U?fs=1&amp;hl=pt_BR&amp;color1=0xe1600f&amp;color2=0xfebd01" allowscriptaccess="always" allowfullscreen="true"></embed></object></p>
]]></content:encoded>
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		<title>Teatro/Dança ou Dança/Teatro</title>
		<link>http://sandracajado.com.br/2010/08/31/teatrodanca-ou-dancateatro/</link>
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		<pubDate>Tue, 31 Aug 2010 15:00:02 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Sandra Cajado</dc:creator>
				<category><![CDATA[Tuka Okrent - Quem quiser que conte outra]]></category>

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		<description><![CDATA[Eu posso falar com todas as letras que ambos me fascinam. Ainda na literatura não existe uma definição concreta sobre esse conceito, por sua própria natureza expressiva.
Podemos compor de algumas maneiras, como por exemplo, inserindo textos dramáticos na voz de bailarinos e montando coreografias aos atores. São infinitas as possibilidades de exploração nas artes cênicas.
Uma coisa é certa, qualquer pessoa, de qualquer idade, pode dançar, atuar, seja em uma roda ou num palco. O que é preciso sim, é ter vontade, querer entrar em contato com a possibilidade da troca de ...]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p style="text-align: justify;">Eu posso falar com todas as letras que ambos me fascinam. Ainda na literatura não existe uma definição concreta sobre esse conceito, por sua própria natureza expressiva.</p>
<p style="text-align: justify;">Podemos compor de algumas maneiras, como por exemplo, inserindo textos dramáticos na voz de bailarinos e montando coreografias aos atores. São infinitas as possibilidades de exploração nas artes cênicas.</p>
<p style="text-align: justify;">Uma coisa é certa, qualquer pessoa, de qualquer idade, pode dançar, atuar, seja em uma roda ou num palco. O que é preciso sim, é ter vontade, querer entrar em contato com a possibilidade da troca de energia com o próximo.</p>
<p style="text-align: justify;">O atuar oferece a todos a oportunidade de desenvolver o seu potencial. A dança flexibiliza, liberta.</p>
<p style="text-align: justify;">A dança é um dos fenômenos que tem acompanhado o ser humano durante toda a sua trajetória histórica e cada país, através dela, expressa a riqueza de seu folclore, de suas tradições.</p>
<p style="text-align: justify;">O nosso corpo se expressa através do movimento, que combina vários estilos e formas.</p>
<p style="text-align: justify;">Temos <em>o gênero folclórico</em>, que acompanhou os primeiros colonizadores resgatando sua velha pátria; e <em>o gênero artístico</em>, com produções criadas por coreógrafos profissionais e interpretadas por dançarinos.</p>
<p style="text-align: justify;">A experiência de dançar nos conecta com a energia, com a tradição, com a cultura, com a beleza e expressão artística.</p>
<p style="text-align: justify;">A dança é uma forma de arte em constante evolução, e o que eu gostaria de abordar aqui é a dança de roda, presente entre outras no folclore judaico, e que em hebraico, é conhecida como <em>harkadá</em> e a dança circular.</p>
<p style="text-align: center;">
<p style="text-align: center;"><object classid="clsid:d27cdb6e-ae6d-11cf-96b8-444553540000" width="350" height="287" codebase="http://download.macromedia.com/pub/shockwave/cabs/flash/swflash.cab#version=6,0,40,0"><param name="allowFullScreen" value="true" /><param name="allowscriptaccess" value="always" /><param name="src" value="http://www.youtube.com/v/EV1tUiDYRGo?fs=1&amp;hl=pt_BR&amp;color1=0xe1600f&amp;color2=0xfebd01" /><param name="allowfullscreen" value="true" /><embed type="application/x-shockwave-flash" width="350" height="287" src="http://www.youtube.com/v/EV1tUiDYRGo?fs=1&amp;hl=pt_BR&amp;color1=0xe1600f&amp;color2=0xfebd01" allowscriptaccess="always" allowfullscreen="true"></embed></object></p>
<p style="text-align: justify;">Realizadas em círculo e de mãos dadas, as danças circulares favorecem a integração, a comunicação, a flexibilidade, a percepção de si mesmo e do outro.</p>
<p style="text-align: justify;">Com base nas danças folclóricas de cada povo, também permitem que, através do olhar, todos se reconheçam como participantes e não como competidores.</p>
<p style="text-align: justify;">A roda é a mais primitiva forma de dança coletiva. A partir dessa matriz e das suas variações, foram sendo gerados os outros gêneros coreográficos.</p>
<p style="text-align: justify;">A <em>harkadá</em> mescla inspiração bíblica e estilos contemporâneos.</p>
<p style="text-align: justify;">Bastante popular na <em>harkadá</em>, temos uma dança romena,chamada <em>Hora</em>,que simboliza a nova vida construída na Terra de Israel: nesta <em>harkadá</em> todos os participantes têm o mesmo status, ou seja, seus movimentos simples e os braços entrelaçados possibilitam a participação.</p>
<p style="text-align: center;"><object classid="clsid:d27cdb6e-ae6d-11cf-96b8-444553540000" width="350" height="287" codebase="http://download.macromedia.com/pub/shockwave/cabs/flash/swflash.cab#version=6,0,40,0"><param name="allowFullScreen" value="true" /><param name="allowscriptaccess" value="always" /><param name="src" value="http://www.youtube.com/v/AyRg1UIUkjI?fs=1&amp;hl=pt_BR&amp;color1=0xe1600f&amp;color2=0xfebd01" /><param name="allowfullscreen" value="true" /><embed type="application/x-shockwave-flash" width="350" height="287" src="http://www.youtube.com/v/AyRg1UIUkjI?fs=1&amp;hl=pt_BR&amp;color1=0xe1600f&amp;color2=0xfebd01" allowscriptaccess="always" allowfullscreen="true"></embed></object></p>
<p style="text-align: justify;">Dançamos, geralmente, de mãos dadas. Dar as mãos em roda e em círculo é muito mais que um simples toque.</p>
<p style="text-align: justify;">Dançar é, portanto, a busca da integração entre o físico e o espiritual. Atuar é imaginação.</p>
<p style="text-align: justify;">A dança e o teatro proporcionam harmonia, alegria, criatividade, cumplicidade, respeito, vivacidade, diversão, trabalho, ou seja, uma adrenalina que só sabe o que é quem pratica.</p>
<p style="text-align: center;"><strong>E aí, quem gostaria de dançar comigo?</strong></p>
<p style="text-align: center;"><object classid="clsid:d27cdb6e-ae6d-11cf-96b8-444553540000" width="220" height="50" codebase="http://download.macromedia.com/pub/shockwave/cabs/flash/swflash.cab#version=6,0,40,0"><param name="src" value="http://www.4shared.com/embed/69858993/a4103aaf" /><param name="allowfullscreen" value="true" /><embed type="application/x-shockwave-flash" width="220" height="50" src="http://www.4shared.com/embed/69858993/a4103aaf" allowfullscreen="true"></embed></object></p>
]]></content:encoded>
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		<title>Muita força na peruca</title>
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		<pubDate>Tue, 10 Aug 2010 15:10:40 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Sandra Cajado</dc:creator>
				<category><![CDATA[Tuka Okrent - Quem quiser que conte outra]]></category>

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		<description><![CDATA[
Senhoras e Senhores,
Regra número única: cara boa e brilho no olho!!!! 
A palavra apareceu durante o século XVI.
Para aprender a ser um, é necessário sair da lógica determinada pela sociedade e abrir espaço à uma lógica particular, na qual a diversão de poder ser criança novamente é resgatada. Um retorno às nossas ingenuidades que se tornam arte.
Essa linguagem está presente na vida de todos os indivíduos nas diferentes culturas existentes. Um espaço de atos puros, de descobertas, de emoções e de ações fora da lógica pré-estabelecida.
É um intrépido indivíduo às avessas ...]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p style="text-align: center;"><object classid="clsid:d27cdb6e-ae6d-11cf-96b8-444553540000" width="420" height="50" codebase="http://download.macromedia.com/pub/shockwave/cabs/flash/swflash.cab#version=6,0,40,0"><param name="src" value="http://www.4shared.com/embed/357366677/99380b3b" /><param name="allowfullscreen" value="true" /><embed type="application/x-shockwave-flash" width="420" height="50" src="http://www.4shared.com/embed/357366677/99380b3b" allowfullscreen="true"></embed></object></p>
<p style="text-align: center;"><span style="font-size: 13.2px;">Senhoras e Senhores,</span></p>
<p style="text-align: center;"><em>Regra número única: cara boa e brilho no olho!!!!</em><em> </em></p>
<p style="text-align: center;">A palavra apareceu durante o século XVI.</p>
<p style="text-align: justify;">Para aprender a ser um, é necessário sair da lógica determinada pela sociedade e abrir espaço à uma lógica particular, na qual a diversão de poder ser criança novamente é resgatada. Um retorno às nossas ingenuidades que se tornam arte.</p>
<p style="text-align: justify;">Essa linguagem está presente na vida de todos os indivíduos nas diferentes culturas existentes. Um espaço de atos puros, de descobertas, de emoções e de ações fora da lógica pré-estabelecida.</p>
<p style="text-align: justify;">É um intrépido indivíduo às avessas que parece estar presente nas diversas sociedades, encantando, divertindo, compartilhando com cada um dos seus espectadores momentos de cumplicidade por meio da alegria, do erro, da graça, de risos e de lágrimas, enfim, por meio de um corpo-linguagem.</p>
<p style="text-align: justify;">É sempre um dever ser autêntico, sincero, espontâneo, criativo. Ele sente e faz tudo com 100% de intensidade. Acredita que o riso, a alegria e a criatividade são parte integrante do processo de cura.</p>
<p style="text-align: justify;">Já sabem de quem estou falando?</p>
<p style="text-align: justify;">Na tradição do circo, começa sendo um acrobata, malabarista ou trapezista. Muitas pessoas desejam ser como ele, sabem por quê?</p>
<p style="text-align: justify;">Porque quase todas as pessoas têm ousadia e proeza freqüentemente ao inverso da lógica desta figura. Ele põe em desordem  o que está  em sua volta e permite, assim, denunciar a ordem vigente: se deixa cair o chapéu, vai apanhá-lo mas, desajeitadamente, sapeca-lhe um pontapé e, sem querer, pisa na bengala, que lhe joga de volta o chapéu nas mãos. Ele erra e acerta onde não esperamos.</p>
<p style="text-align: justify;">E agora, já sabem? Darei mais algumas dicas.</p>
<p style="text-align: justify;">Toma tudo ao pé da letra, em seu sentido imediato: quando a noite cai (bum!), ele a procura no chão e nós rimos de seu lado idiota e ingênuo. Ele não causa medo, o que faz com que seja amado por todas as faixas etárias.</p>
<p style="text-align: justify;">Descobriram?</p>
<p style="text-align: justify;">Banha os olhos de ingenuidade e aumenta o rosto, desarmando-o de qualquer defesa com o seu pequeno nariz vermelho, ou seja, a menor máscara do mundo&#8230;&#8230;</p>
<p style="text-align: center;">Apresento-lhes o <strong>clown</strong>!</p>
<p style="text-align: center;"><img class="aligncenter" title="clown" src="http://img30.imageshack.us/img30/843/imagensdonarizdepalhaco.jpg" alt="" width="250" height="250" /></p>
<p style="text-align: justify;">Quem já se fantasiou de clown? Quem já se maquiou de clown? Quem já fez gracinhas como um clown? Quem já imitou um clown? Você conhece algum clown? Sabe o que está por detrás dos holofotes? Já esteve no camarim antes e depois do show? Já o acompanhou num dia de trabalho fora do picadeiro? Você se lembra de um clown da sua infância?</p>
<p style="text-align: justify;">Pois é, eu já respondi a todas essas perguntas e continuo respondendo. Confesso que não foi e nem é fácil. Agora é com você: vista seu nariz vermelho e “vapt-vupt”!</p>
]]></content:encoded>
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		<title>A arte de contar histórias</title>
		<link>http://sandracajado.com.br/2010/07/27/a-arte-de-contar-historias/</link>
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		<pubDate>Tue, 27 Jul 2010 15:20:29 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Sandra Cajado</dc:creator>
				<category><![CDATA[Tuka Okrent - Quem quiser que conte outra]]></category>

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		<description><![CDATA[Minha mãe e meu avô sempre me contavam histórias, e cantavam também. Comecei a criar gosto pela leitura e hoje adoro contar histórias. Ouvindo-as, eu simplesmente conseguia viajar em cada palavra, já me imaginava no local delas, deixava minha imaginação voar. É bom demais se entregar aos sonhos e, por alguns instantes, assumir um pouco da vida dos personagens, trazendo sua magia, entrar num mundo que só a leitura nos proporciona.
Contar histórias é uma arte, é a arte de brincar com as palavras, com as expressões, descobrir tantos sentimentos, é ...]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p style="text-align: justify;"><img class="alignright" title="imagem" src="http://img38.imageshack.us/img38/1465/fadasn.jpg" alt="" width="273" height="320" />Minha mãe e meu avô sempre me contavam histórias, e cantavam também. Comecei a criar gosto pela leitura e hoje adoro contar histórias. Ouvindo-as, eu simplesmente conseguia viajar em cada palavra, já me imaginava no local delas, deixava minha imaginação voar. É bom demais se entregar aos sonhos e, por alguns instantes, assumir um pouco da vida dos personagens, trazendo sua magia, entrar num mundo que só a leitura nos proporciona.</p>
<p style="text-align: justify;">Contar histórias é uma arte, é a arte de brincar com as palavras, com as expressões, descobrir tantos sentimentos, é poder se imaginar um lindo herói ou um horrendo super vilão, ou o contrário, é poder interagir em diferentes culturas, costumes, fantasias. Criatividade é o que os contadores de histórias têm de sobra.</p>
<p style="text-align: justify;">Por esse motivo, eu os convido a conhecer mais uma das minhas paixões.</p>
<p style="text-align: justify;">Recentemente concluí um curso de contação de histórias e no último dia, como de costume, seria feita uma apresentação com todos os alunos. A essa apresentação denominamos formatura. O grande dia estava chegando e todos, inclusive eu, precisávamos contar uma história com o tema superação. Mesmo bem contada, tinha que ser “A história”.</p>
<p style="text-align: justify;">Duas semanas antes da formatura recebi um texto e, quando o li, num primeiro momento fiquei surpresa e logo em seguida, muito emocionada. Na verdade, não era meramente um texto, e sim, um presente.</p>
<p style="text-align: justify;">Foi a partir desse texto que minha criatividade passou a fluir e nasceu a mais brilhante estrelinha Safira, filha do Sr. Faisca e da Sra. Pisca-Pisca.</p>
<p style="text-align: justify;">Ela, com tantas habilidades queria mesmo era voar dali, do mesmo jeito que faziam suas primas meteoróides (as estrelas cadentes) e se aventurar. Resolveu romper algumas barreiras astrológicas, mesmo sem autorização e pulou pra dentro de um pote de ouro. Como era muito brilhante, foi logo reconhecida pelo dono do pote, o Sr. Arcolorido Íris. Nessa aventura toda, muitos mistérios foram desvendados, muitas dificuldades superadas, até que o dia do retorno chegou. Basta dizer que chuvinha prateada ao som de um lindo reggae estiveram lá, ou seja, fizeram sua parte.</p>
<p style="text-align: justify;">Convidamos os amigos e cada aluno contou uma história. Éramos em sete contadores. Seis contaram histórias já publicadas, apenas deram outra interpretação. No meu caso, foi um pouco diferente. A partir do texto que recebi, criei uma história, exatamente a mesma que resumi acima em rápidas pinceladas.</p>
<p style="text-align: justify;">Assim como Safira, que cada um mergulhe fundo em seus sonhos e consiga transmutá-los, passo a passo, em feliz realidade.</p>
<p style="text-align: center;"><object classid="clsid:d27cdb6e-ae6d-11cf-96b8-444553540000" width="480" height="385" codebase="http://download.macromedia.com/pub/shockwave/cabs/flash/swflash.cab#version=6,0,40,0"><param name="allowFullScreen" value="true" /><param name="allowscriptaccess" value="always" /><param name="src" value="http://www.youtube.com/v/WpROw67SDpg&amp;hl=pt_BR&amp;fs=1?color1=0xe1600f&amp;color2=0xfebd01" /><param name="allowfullscreen" value="true" /><embed type="application/x-shockwave-flash" width="480" height="385" src="http://www.youtube.com/v/WpROw67SDpg&amp;hl=pt_BR&amp;fs=1?color1=0xe1600f&amp;color2=0xfebd01" allowscriptaccess="always" allowfullscreen="true"></embed></object></p>
<p style="text-align: center;">Saudações reluzentes e &#8230;.. até a próxima!</p>
]]></content:encoded>
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		</item>
		<item>
		<title>Sobre mantras e rituais&#8230;</title>
		<link>http://sandracajado.com.br/2010/07/13/sobre-mantras-e-rituais/</link>
		<comments>http://sandracajado.com.br/2010/07/13/sobre-mantras-e-rituais/#comments</comments>
		<pubDate>Tue, 13 Jul 2010 15:30:22 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Sandra Cajado</dc:creator>
				<category><![CDATA[Tuka Okrent - Quem quiser que conte outra]]></category>

		<guid isPermaLink="false">http://sandracajado.com.br/?p=2174</guid>
		<description><![CDATA[O ator  interpreta no palco aquilo que nós queremos fazer na vida, mas temos  vergonha. O  que no dia a dia é um absurdo, no palco é natural, cômico, tragicômico.  Atuar é  a arte de viver em um mundo onde tudo pode, como por exemplo, não ter  medo  de colocar uma roupa feia ou pintar a cara, não ter preconceito em expor  um  papel interpretando outro sexo ou até mesmo, mostrar o outro lado que  existe em  algumas pessoas, mas que ...]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p style="text-align: justify;">O ator  interpreta no palco aquilo que nós queremos fazer na vida, mas temos  vergonha. O  que no dia a dia é um absurdo, no palco é natural, cômico, tragicômico.  Atuar é  a arte de viver em um mundo onde tudo pode, como por exemplo, não ter  medo  de colocar uma roupa feia ou pintar a cara, não ter preconceito em expor  um  papel interpretando outro sexo ou até mesmo, mostrar o outro lado que  existe em  algumas pessoas, mas que estas têm vergonha de assumir por conta de uma  sociedade ainda preconceituosa, ou seja, um desavergonhado  por natureza.</p>
<p style="text-align: justify;">MERDA!  MERDA! E MUITA MERDA!</p>
<p style="text-align: justify;">Não  estão  entendendo?</p>
<p style="text-align: justify;">Mais  um espetáculo está para acontecer, mais um público chegando, mais  uma vez a cortina irá se abrir após o terceiro sinal&#8230;.o que será que  há atrás  das coxias?</p>
<p style="text-align: justify;">Para  quem vive no mundo do teatro, como eu, essa palavra é falada antes de  entrarmos  no palco, num único grito, com todos de mãos dadas numa roda passando  energia ao  outro.</p>
<p style="text-align: justify;">Por  incrível que pareça, essa palavra, mantra, ritual, seja o que for, tem  origem  francesa.</p>
<p style="text-align: justify;"><strong>Fato  real 01</strong>:  um ator ia apresentar a peça mais importante de sua vida. Estava  nervosíssimo,  pois na platéia estariam os mais importantes críticos da cidade. No  percurso de  sua casa ao teatro encontrou alguns obstáculos. Primeiro, deparou-se com  um  incêndio, teve que desviar e acabou se perdendo. Assim que chegou ao  teatro,  logo na porta, pisou em um cocô. Muito atrasado, entrou, encarou, atuou e  saiu  muito feliz com a melhor apresentação de sua vida.</p>
<p style="text-align: justify;"><strong>Fato  real 02</strong>:  A origem partiu da grande quantidade de escrementos deixada pelos  cavalos que  puxavam as carruagens dos nobres para apreciar os espetáculos teatrais.  Quanto  mais carruagens nos estacionamentos na porta teatro, mais merda  espalhada se  via. E, ao final do espetáculo, era possível constatar o quão bom e  concorrido  foi o espetáculo daquela noite.</p>
<p style="text-align: justify;"><strong>Fato  real 03</strong>:  O tempo foi passando e a cada início de temporada o mais esperado entre  os  artistas envolvidos era e ainda é exatamente muita merda espalhada no  entorno do  teatro, e também, só para amenizar o cheiro, alguns pipoqueiros.</p>
<p style="text-align: center;">MERDA! Aprenderam?</p>
<p style="text-align: center;"><img class="aligncenter" title="tuka" src="http://img706.imageshack.us/img706/5132/teatroo.jpg" alt="" width="320" height="233" /></p>
<h3 style="text-align: center;"><span style="color: #000000;">Merda</span></h3>
<p style="text-align: center;">(Caetano Veloso)</p>
<p style="text-align: center;">Nem a  loucura do amor,<br />
da maconha, do pó, do tabaco e do álcool,<br />
vale a  loucura do ator<br />
quando abre-se em flor,<br />
sob as luzes do  palco<br />
bastidores,  camarins, coxias e cortinas<br />
São outras tantas pupilas,  pálpebras e retinas.<br />
Nem uma doce oração, nem sermão, nem comício.<br />
à  direita ou à esquerda<br />
fala mais ao coração<br />
do que a voz de um colega<br />
que sussurra  &#8220;merda&#8221;.<br />
Noite de estréia,  tensão,<br />
medo,  deslumbramento, feitiço e magia<br />
tudo é uma grande explosão<br />
mas parece  que não, quando é o segundo dia<br />
Já se disse, não foi uma vez, nem três, nem  quatro<br />
não há gente como a  gente, gente de teatro<br />
gente que sabe fazer a  beleza vencer<br />
para além de toda a perda.<br />
Gente que pode  inverter<br />
para sempre<br />
o sentido da palavra  merda.<br />
Merda para você,  desejo  merda<br />
Merda para você  também<br />
Diga merda e tudo  bem<br />
Merda toda noite,  sempre, amém!&#8230;</p>
<p style="text-align: center;"><object classid="clsid:d27cdb6e-ae6d-11cf-96b8-444553540000" width="420" height="50" codebase="http://download.macromedia.com/pub/shockwave/cabs/flash/swflash.cab#version=6,0,40,0"><param name="src" value="http://www.4shared.com/embed/241615225/4511f524" /><param name="allowfullscreen" value="true" /><embed type="application/x-shockwave-flash" width="420" height="50" src="http://www.4shared.com/embed/241615225/4511f524" allowfullscreen="true"></embed></object></p>
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		<title>Ouro Supersticioso?</title>
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		<pubDate>Tue, 29 Jun 2010 15:00:43 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Sandra Cajado</dc:creator>
				<category><![CDATA[Tuka Okrent - Quem quiser que conte outra]]></category>

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		<description><![CDATA[É comum ouvirmos que nós somos muito supersticiosos. Você sabe o que isso significa? Uma pessoa supersticiosa possui apego a qualquer coisa que lhe dizem, segue conselhos que nascem da crendice popular. É algo que passa de geração a geração.
A cor está presente na nossa vida, em tudo que nos rodeia e é constantemente apreendida e assimilada por nós.
O amarelo, por exemplo, transmite calor, luz e descontração. Simbolicamente está associado à prosperidade. É também uma cor energética, ativa, que transmite otimismo. Está associada ao verão. Já o dourado está simbolicamente ...]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p style="text-align: justify;"><img class="alignright" title="superstição" src="http://img208.imageshack.us/img208/2816/superstio.jpg" alt="" width="320" height="281" />É comum ouvirmos que nós somos muito supersticiosos. Você sabe o que isso significa? Uma pessoa supersticiosa possui apego a qualquer coisa que lhe dizem, segue conselhos que nascem da crendice popular. É algo que passa de geração a geração.</p>
<p style="text-align: justify;">A cor está presente na nossa vida, em tudo que nos rodeia e é constantemente apreendida e assimilada por nós.</p>
<p style="text-align: justify;">O amarelo, por exemplo,<strong> </strong>transmite calor, luz e descontração. Simbolicamente está associado à prosperidade. É também uma cor energética, ativa, que transmite otimismo. Está associada ao verão. Já o dourado está simbolicamente associado à riqueza, a algo majestoso.</p>
<p style="text-align: justify;">É um fato que as cores têm uma grande influência psicológica sobre o ser humano. Assim, quando o Homem tomou consciência desta realidade, aprendeu a usar as cores como estímulo para encontrar determinadas respostas e passou a ter também finalidades e funcionalidades práticas.</p>
<p style="text-align: justify;">Jean-Baptiste Poquelin, mais conhecido como Molière,<strong> </strong>nasceu em Paris (15 jan de 1622 e faleceu em Valência a 17 fev de 1673). Foi um escritor de peças de teatro francês, além de ator e encenador. É considerado um dos mestres da comédia satírica. Teve um papel de absoluta importância na dramaturgia francesa. Um dos momentos mais famosos de sua biografia é a sua morte, que se tornou numa referência no meio teatral.</p>
<p style="text-align: justify;">Dizem que morreu no palco, representando o papel principal da sua última peça (O doente imaginário). De fato, apenas desmaiou, tendo morrido horas mais tarde em sua casa, sem tomar os sacramentos já que dois padres se recusaram a dar-lhe a última visita, e o terceiro padre chegou tarde. Diz-se que estava vestido de amarelo, o que gerou a superstição de que esta cor é fatídica para os atores.</p>
<p style="text-align: justify;">MITO? LENDA? Ou TABU? &#8230;&#8230;.</p>
<p style="text-align: justify;">Quem é que nunca entrou em uma casa nova com o pé direito ou bateu na madeira pra isolar o azar?</p>
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