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	<title>Sandra Cajado  Arte &#38; Cultura &#187; Revelação</title>
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		<title>P.S: Eu Te Amo</title>
		<link>http://sandracajado.com.br/2011/01/22/p-s-eu-te-amo/</link>
		<comments>http://sandracajado.com.br/2011/01/22/p-s-eu-te-amo/#comments</comments>
		<pubDate>Sat, 22 Jan 2011 02:15:12 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Sandra Cajado</dc:creator>
				<category><![CDATA[Revelação]]></category>

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		<description><![CDATA[Por Flávia Braun em Revelação



P.S.: EU TE AMO
Porque as vozes que nos encantam
São os silenciosos diálogos do  coração
Palavras vazias não nos enchem de amor
Já a escrita  sentida, na palma da mão,
nos transbordam emoção

Palavras escritas  no verso da mão
Na palma da poesia
No inverso da solidão
Te  guardei na batida do coração
Te tranquei a sete chaves
Na  lembrança mais feliz

Assim te fiz livre
Me tornei o espelho que  reflete teus desejos
Meu desejo é nosso voo
Ser pássaro e estar  sujeito às intempéries
Ser estrela e estar pronto pra brilhar 
Ser ...]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p style="text-align: right;"><em>Por <a href="http://sandracajado.com.br/2010/10/21/intuicao/"><strong>Flávia Braun</strong></a> em <a href="http://sandracajado.com.br/category/revelacao/"><strong>Revelação</strong></a></em></p>
<p style="text-align: right;">
<p style="text-align: center;">
<p style="text-align: center;"><img class="aligncenter" title="P s eu te amo" src="http://img407.imageshack.us/img407/9280/tumblrlevxu3xbgj1qcdnpd.jpg" alt="" width="410" height="273" /></p>
<p style="text-align: center;"><strong><span style="font-size: medium;"><em>P.S.: EU TE AMO</em></span></strong></p>
<p style="text-align: center;"><em>Porque as vozes que nos encantam<br />
São os silenciosos diálogos do  coração<br />
Palavras vazias não nos enchem de amor<br />
Já a escrita  sentida, na palma da mão,<br />
nos transbordam emoção<br />
</em></p>
<p style="text-align: center;"><em>Palavras escritas  no verso da mão<br />
Na palma da poesia<br />
No inverso da solidão<br />
Te  guardei na batida do coração<br />
Te tranquei a sete chaves<br />
Na  lembrança mais feliz<br />
</em></p>
<p style="text-align: center;"><em>Assim te fiz livre<br />
Me tornei o espelho que  reflete teus desejos<br />
Meu desejo é nosso voo<br />
Ser pássaro e estar  sujeito às intempéries<br />
Ser estrela e estar pronto pra brilhar</em><em> </em></p>
<p style="text-align: center;"><em>Ser  cachoeira e aprender a transpor barreiras<br />
Ser criança e aprender a  brincar<br />
Ser adulto e eternizar a criança<br />
Desejo de menina: crescer  ao teu lado<br />
Vivermos eternamente<br />
Na mágica e solene estrada da  poesia<br />
Pra juntos buscarmos a paz da imensidão</em></p>
<blockquote>
<p style="text-align: center;">
<p style="text-align: center;"><em><img class="aligncenter" title="fla" src="http://img196.imageshack.us/img196/9585/fbbraun.jpg" alt="" width="223" height="278" /><br />
</em></p>
<p>Médica, 37 anos, gaúcha de Porto Alegre,   pura emoção ( quase zero razão…). Resolvi  extravasar esses  sentimentos todos que me inundam em forma de versos…. Sou  uma aspirante  a escrevivente…</p>
<p>Não sou poetisa de profissão.  Sou só coração…</p>
<p>Mulher-menina-sonhadora-vivente. A palavra me encontrou. Tornei-me prisma refletindo todos os versos  contidos em mim e todos os que capto ao meu redor. Sou o espelho que  reflete as múltiplas faces que existem em mim. Multiplicidade. Sempre  verdade.</p>
<p><strong>Onde Encontrar:</strong></p>
<p><strong>Blog:</strong> <a href="http://fbbraun.blogspot.com/" target="_blank">Palavras ao Vento</a></p>
<p><strong>E-mail: </strong>fbbraun@gmail.com</p>
<p><strong>Twitter</strong>: <a href="http://api.twitter.com/#!/fbbraun">@fbbraun</a></p></blockquote>
]]></content:encoded>
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		</item>
		<item>
		<title>Tela Viva</title>
		<link>http://sandracajado.com.br/2011/01/17/tela-viva/</link>
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		<pubDate>Mon, 17 Jan 2011 15:00:01 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Sandra Cajado</dc:creator>
				<category><![CDATA[Revelação]]></category>

		<guid isPermaLink="false">http://sandracajado.com.br/?p=4782</guid>
		<description><![CDATA[Por Cristian Steiner em Revelação

Gostaria de agradecer muito pelo convite que quebrou a rotina de um sábado preguiçoso.
Fiquei muito surpreso e perigosamente contente com o convite.
Com muito carinho dedico a todos os leitores e colaboradores do Sandra Cajado Arte &#38; Cultura
 
Tela: René Magritte &#8211; &#8220;A Condição Humana&#8221;


Tela Viva
Os tons que a luz do sol realça
Numa tarde
Da janela d&#8217;um quarto
Num dia sonolento qualquer
Depois de uma boa chuva
Lá fora, no jardim,
Há plantas de folhagem avermelhadas,
Muitos tons de verde
Há folhas amareladas
Tem um varal sem roupas.
O portão tem cor alaranjada.
A escada em concreto, umedecida.

Tudo fica ...]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p style="text-align: right;"><span style="font-size: small;"><em>Por<strong> Cristian Steiner </strong>em <a href="http://sandracajado.com.br/category/revelacao/"><strong>Revelação</strong></a></em></span></p>
<p style="text-align: right;">
<p style="text-align: left;">Gostaria de agradecer muito pelo convite que quebrou a rotina de um sábado preguiçoso.</p>
<p style="text-align: left;">Fiquei muito surpreso e perigosamente contente com o convite.</p>
<p style="text-align: left;">Com muito carinho dedico a todos os leitores e colaboradores do <em>Sandra Cajado Arte &amp; Cultura</em></p>
<p style="text-align: center;"><span style="font-size: small;"><em><img class="aligncenter" title="tela" src="http://img64.imageshack.us/img64/3456/telaud.jpg" alt="" width="333" height="419" /></em></span><em> </em></p>
<p style="text-align: center;"><em>Tela: René Magritte &#8211; &#8220;A Condição Humana&#8221;</em></p>
<p style="text-align: center;"><em><br />
</em></p>
<p style="text-align: center;"><strong>Tela Viva</strong></p>
<p style="text-align: center;">Os tons que a luz do sol realça</p>
<p style="text-align: center;">Numa tarde</p>
<p style="text-align: center;">Da janela d&#8217;um quarto</p>
<p style="text-align: center;">Num dia sonolento qualquer</p>
<p style="text-align: center;">Depois de uma boa chuva</p>
<p style="text-align: center;">Lá fora, no jardim,</p>
<p style="text-align: center;">Há plantas de folhagem avermelhadas,</p>
<p style="text-align: center;">Muitos tons de verde</p>
<p style="text-align: center;">Há folhas amareladas</p>
<p style="text-align: center;">Tem um varal sem roupas.</p>
<p style="text-align: center;">O portão tem cor alaranjada.</p>
<p style="text-align: center;">A escada em concreto, umedecida.</p>
<p style="text-align: center;">
<p style="text-align: center;">Tudo fica mais bonito após a chuva,</p>
<p style="text-align: center;">As cores tem aspecto mais vivo.</p>
<p style="text-align: center;">A natureza é mais feliz.</p>
<p style="text-align: center;">E um olhar para essa beleza alegra a alma das pessoas.</p>
<p style="text-align: center;">A tempestade passou.</p>
<p style="text-align: center;">
<p style="text-align: center;">Lá, além do jardim, a serra.</p>
<p style="text-align: center;">Os tons, verde escurecido ao longe.</p>
<p style="text-align: center;">Daria uma bela pintura.</p>
<p style="text-align: center;">Ainda existem nuvens alvas</p>
<p style="text-align: center;">Contrastando com um azul claro do céu.</p>
<p style="text-align: center;">É bonito.</p>
<p style="text-align: center;">
<p style="text-align: center;">De repente uma borboleta,</p>
<p style="text-align: center;">Voando desordenadamente</p>
<p style="text-align: center;">frente a janela.</p>
<p style="text-align: center;">Uma libélula em seguida.</p>
<p style="text-align: center;">Um movimento no céu chama a atenção.</p>
<p style="text-align: center;">Pipas&#8230;</p>
<p style="text-align: center;">Alegria da molecada na calçada em gargalhada.</p>
<p style="text-align: center;">
<p style="text-align: center;">Entre o jardim e a serra, a linha férrea.</p>
<p style="text-align: center;">Um trem move-se lentamente.</p>
<p style="text-align: center;">Outro atravessa a serra</p>
<p style="text-align: center;">uma impressão de colisão.</p>
<p style="text-align: center;">Mas continua lá, quase parado,</p>
<p style="text-align: center;">o primeiro, inteiro, cargueiro.</p>
<p style="text-align: center;">
<p style="text-align: center;">Pelas frestas do portão</p>
<p style="text-align: center;">O movimento das pessoas.</p>
<p style="text-align: center;">Começa a vida na tua rua.</p>
<p style="text-align: center;">Dessa janela a melhor visão</p>
<p style="text-align: center;">O tempo lento a serra tranqüila.</p>
<p style="text-align: center;">Novamente a vida crua e nua.</p>
<p style="text-align: center;">
<p style="text-align: center;">O cheiro de vida e de recomeço aqui é o de terra molhada.</p>
<p style="text-align: center;">As plantas dançam contentes, ainda umedecidas. Há vida.</p>
<p style="text-align: center;">
<p style="text-align: center;">A serra, o trem, o jardim, pipas, borboleta, libélula e calçada.</p>
<p style="text-align: center;">Janela é quadro no quarto é obra de arte viva, naturalmente colorida.</p>
<p style="text-align: center;">
<p style="text-align: center;"><em>Cristian Steiner</em></p>
<p style="text-align: center;">16/01/2011</p>
<p style="text-align: center;">
<p style="text-align: center;"><strong><em>La Forza Della Vita</em></strong></p>
<div style="text-align: center;"><strong><em>Renato Russo</em></strong></div>
<p style="text-align: center;">
<p><center><object classid="clsid:d27cdb6e-ae6d-11cf-96b8-444553540000" width="425" height="344" codebase="http://download.macromedia.com/pub/shockwave/cabs/flash/swflash.cab#version=6,0,40,0"><param name="allowFullScreen" value="true" /><param name="allowscriptaccess" value="always" /><param name="src" value="http://www.youtube.com/v/M-p6MX862iM?fs=1&amp;hl=pt_BR&amp;color1=0xe1600f&amp;color2=0xfebd01" /><param name="allowfullscreen" value="true" /><embed type="application/x-shockwave-flash" width="425" height="344" src="http://www.youtube.com/v/M-p6MX862iM?fs=1&amp;hl=pt_BR&amp;color1=0xe1600f&amp;color2=0xfebd01" allowscriptaccess="always" allowfullscreen="true"></embed></object></center></p>
<blockquote>
<p style="text-align: center;">
<p style="text-align: center;"><img class="aligncenter" title="cris" src="http://img4.imageshack.us/img4/421/cristianw.jpg" alt="" width="194" height="242" /></p>
<p style="text-align: center;"><em><strong><span style="font-size: small;">Cristian Steiner</span></strong></em></p>
<p><em><strong>Quem sou:</strong></em></p>
<p><em>Universitário, Funcionário Público, Voluntário, Estagiário, Apreciador  de Livros, musica, arte e apaixonado pelo psiquismo humano.</em></p>
<p><em><strong>Onde me encontrar:</strong></em><em><br />
</em></p>
<p><em><span style="font-size: small;"><strong>Email</strong>: cristiansteiner@hotmail.com</span></em></p>
<p><em><span style="font-size: small;"><strong>Blog</strong>: <a href="http://ocotidiano-cristian.blogspot.com/">Cotidiano</a></span></em></p>
<p><em><span style="font-size: small;"><strong>Twitter</strong>: </span><strong><a href="http://twitter.com/#%21/cristiansteiner"><strong>@cristiansteiner</strong></a></strong></em></p></blockquote>
]]></content:encoded>
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		<title>Desabafos de uma pedra no sapato</title>
		<link>http://sandracajado.com.br/2010/12/23/desabafos-de-uma-pedra-no-sapato/</link>
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		<pubDate>Thu, 23 Dec 2010 14:10:59 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Sandra Cajado</dc:creator>
				<category><![CDATA[Revelação]]></category>

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		<description><![CDATA[Por Danielle Sgorlon em Revelação


Queridos amigos e leitores do A&#38;C, é uma honra fazer parte desse espaço que admiro tanto. Fiquei extremamente feliz com o convite que recebi de nossa querida Sandra Cajado para escrever aqui.
Espero que gostem de meus textos.
Começo com uma crônica um tanto quanto bem humorada, mas que busca o entendimento sobre o que realmente é importante em nossas vidas, na caminhada rumo ao nosso crescimento. Quantas vezes em nosso percurso acabamos nos importando com “coisas” fúteis e esquecemos o que deveríamos dar real valor?
Espero que se ...]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p style="text-align: right;"><em>Por<strong> <a href="http://www.danisgorlon.com">Danielle Sgorlon</a> </strong>em<a href="http://sandracajado.com.br/category/revelacao/"> <strong>Revelação</strong></a></em></p>
<p style="text-align: right;">
<p style="text-align: center;"><img class="aligncenter" title="rocha" src="http://img375.imageshack.us/img375/972/rochadamontanha.gif" alt="" width="422" height="276" /></p>
<p style="text-align: justify;">Queridos amigos e leitores do <em>A&amp;C</em>, é uma honra fazer parte desse espaço que admiro tanto. Fiquei extremamente feliz com o convite que recebi de nossa querida<em> Sandra Cajado</em> para escrever aqui.</p>
<p style="text-align: justify;">Espero que gostem de meus textos.</p>
<p style="text-align: justify;">Começo com uma crônica um tanto quanto bem humorada, mas que busca o entendimento sobre o que realmente é importante em nossas vidas, na caminhada rumo ao nosso crescimento. Quantas vezes em nosso percurso acabamos nos importando com “coisas” fúteis e esquecemos o que deveríamos dar real valor?</p>
<p style="text-align: justify;">Espero que se divirtam com nossa querida <em>“Pedra no sapato”</em> e, ao mesmo tempo, reflitam com a história contada por ela.</p>
<p style="text-align: justify;">Mais uma vez, agradeço o carinho da <em>Sandra</em> em me convidar para estar aqui com vocês&#8230; E, antecipadamente, agradeço o carinho de todos vocês em lerem meus escritos.</p>
<p style="text-align: justify;">Vamos à leitura&#8230; Divirtam-se!!!</p>
<p style="text-align: center;"><span style="text-decoration: underline;"><strong><em>Desabafos de uma pedra no sapato</em></strong></span></p>
<p style="text-align: justify;">Tá. Eu não queria ser pedra. Muito menos no sapato. Acho que não é sonho nem objetivo de ninguém. Mas foi o que a vida me deu.</p>
<p style="text-align: justify;">Deus me fez pedra!</p>
<p style="text-align: justify;">Mas eu não era uma pedra no sapato.</p>
<p style="text-align: justify;">No início, eu era uma imensa rocha incrustada em uma linda montanha. Tanto verde à minha volta. Pássaros e todo tipo de animais.</p>
<p style="text-align: justify;">Alguns até se abrigavam em mim. Dormiam em meu colo. Era bom poder apreciar toda a beleza daquele lugar.</p>
<p style="text-align: justify;">Mas aí, as intempéries do tempo foram arrancando pequenos fragmentos de meu corpo forte. Poeira de mim ia saindo pela força dos ventos, das águas das chuvas. Claro que, só chuva e vento não teriam me transformado em pedra no sapato. Pelo menos não nos próximos 200, 500, ou quem sabe 1000 anos.</p>
<p style="text-align: justify;">Seria rocha na montanha por mais um bom tempo.</p>
<p style="text-align: justify;">Então, vieram os chamados homens. Inteligentes e capazes! Dizem né. Que são inteligentes e capazes.</p>
<p style="text-align: justify;">Eles vieram e me arrancaram da montanha. Assim como arrancaram vários irmãos meus.</p>
<p style="text-align: justify;">Foram arrancando nossos pedaços, sem dó, sem medo. Como se nós não fossemos nada. Apenas brinquedos em suas mãos. Poxa, eu sou uma <em>ROCHA! </em>Pelo menos era uma. E hoje vejo que gostava de ser!</p>
<p style="text-align: justify;">Falaram que nos arrancaram de lá pelo progresso. Ora, pois. Belo progresso que faz destruir paisagens tão lindas quanto da imensa montanha onde eu vivia.</p>
<p style="text-align: justify;">Me tiraram de lá e me levaram pra uma tal pedreira. Lugar frio, sombrio. Tenho arrepios no corpo só de lembrar.</p>
<p style="text-align: justify;">Lá, me quebraram. Com marretas, britadeiras. Acho que é esse o nome de um “treco” que usaram em mim&#8230; Fazia cócegas e doía. Usaram aquilo, com aquele barulho infernal, tão diferente dos sons que eu estava acostumada a ouvir na montanha! Cantar dos pássaros, riacho correndo manso, grilos, cigarras. Eu era bem mais feliz na montanha!</p>
<p style="text-align: justify;">Mas, o que eu poderia ter feito? Não sei falar, nem gritar, nem me mover. Deus me fez assim. Então tive que aguentar calada toda aquela agressão.</p>
<p style="text-align: justify;">Me quebraram em vários pedaços e me transformaram em matéria prima para construções. Dizem que alguns pedaços de mim estão em casas, prédios. Não sei. Porque no final, sobrei assim. Esse pedacinho de rocha largado. Caí do caminhão que me transportava.</p>
<p style="text-align: justify;">Que medo passei quando caí!</p>
<p style="text-align: justify;">Vi-me no meio de uma rua. Com carros passando. Quase fui atropelada e, aí sim, não teria sobrado nada de mim além de pó. Ainda bem que um menino passou antes do carro, atravessando a rua com uma mochila nas costas. Pelo que sei, voltava de tal escola. Parece que é um lugar bacana, onde as crianças aprendem coisas. Quem sabe na próxima encarnação Deus me faça gente e eu consiga entender melhor esse mundo dos humanos!</p>
<p style="text-align: justify;">Então, como contava&#8230; (Sempre me perco nas histórias que conto)&#8230; O menino com a mochila passou antes do carro e me chutou. Eu parei à beirada da calçada. Fiquei ali, quietinha. Que mais poderia fazer também? Sair dançando é que não! Fiquei ali, com medo dos carros, das motos e bicicletas&#8230;</p>
<p style="text-align: justify;">Foi então que passou um homem e ele usava esse sapato. E sem querer ele pisou em mim bem com o bico do sapato dele&#8230; Eu dei um salto, sei lá como aquilo aconteceu. E parei aqui. Dentro do sapato.</p>
<p style="text-align: justify;">
<p style="text-align: center;"><img class="aligncenter" title="sapato" src="http://img691.imageshack.us/img691/9016/pedranosapato.jpg" alt="" width="373" height="269" /></p>
<p style="text-align: justify;">Não é dos melhores lugares pra se viver. Tem um cheiro estranho, às vezes&#8230; Dizem que é um tal chulé. Também, às vezes, ele, (<em>o homem</em>), sua demais e eu me molho. Não gosto. Mas&#8230; Fazer o que? Acho que aqui não incomodo, porque já faz uns dias que entrei e não deram pela minha presença.</p>
<p style="text-align: justify;">Não posso sair. Pelo menos não sozinha. Tenho que esperar o tal dono do sapato me notar e me tirar daqui. Então aqui permaneço&#8230; Bem lembrando a minha montanha e o cantar dos pássaros, o barulho do riacho, da chuva que batia em mim e me refrescava&#8230; Grilos, cigarras&#8230;</p>
<p style="text-align: justify;">Isso tudo sem contar que ainda tenho de aguentar as comparações feitas com minha “pessoa”&#8230;</p>
<p style="text-align: justify;">“Aquela pessoa é uma pedra no sapato&#8230;” Já ouviram isso? Tenho certeza que sim! Aliás, já devem até ter falado essa frase se referindo a algum humano por aí.</p>
<p style="text-align: justify;">Normalmente falam isso de pessoas chatas, sem graça, que irritam, atrapalham, despertam inveja&#8230; São sempre comparadas a mim&#8230; Como se eu incomodasse!<br />
Não entendo essa comparação. Porque <em>“Pedra no sapato”</em> para essas pessoas? Porque se elas incomodam são comparadas a mim?</p>
<p style="text-align: justify;">Ele, o homem do sapato mesmo, já falou isso. Eu bem o ouvi dizer pra outro homem de sapato: <em>“O fulano é uma pedra em meu sapato”.</em> Não vou dizer o nome do fulano aqui porque não sou uma pedra fofoqueira. Mas eu ouvi. E mais de uma vez. Ele sempre fala bravo quando fala isso. E já falou de mais de uma pessoa.</p>
<p style="text-align: justify;">Outro dia, o outro homem do sapato que sempre conversa com ele, falou: “Cuidado, que se fulano te ouvir, vai dar rolo”. Não sei bem o que é “rolo”, mas imagino que não seja uma coisa boa.</p>
<p style="text-align: justify;">De qualquer forma, não gosto quando as pessoas me usam para se referir a outras pessoas que incomodam.</p>
<p style="text-align: justify;">Eu bem tenho vontade de gritar com o homem dono do sapato. Mas não tenho voz. Ele não vai ouvir. Mas queria poder gritar pra ele: “Ei, para de falar de mim. Porque pedra no sapato se o fulano te incomoda? Eu estou aqui há dias e você nem me percebeu! Então eu não incomodo. Ou você não presta atenção nas coisas importantes.”</p>
<p style="text-align: justify;">Queria poder gritar tudo isso pra ele. Porque eu vejo. Ele anda pela rua e nem presta atenção em nada. Nas flores, nas árvores, nos pássaros que cantam. Nada disso importa. Mas reclamar é com ele mesmo!</p>
<p style="text-align: justify;">Não sei! Para mim, algo está muito errado nesse mundo dos humanos. Não consigo entender certas atitudes e pensamentos. Tanto valor que os homens dão em uns pedaços de papel coloridos. Eu só acho bonito porque tem uns desenhos de animais, que me lembram um pouco da montanha onde vivia. De resto, nem sei pra que serve aquilo. Mas os humanos&#8230;</p>
<p style="text-align: justify;">Nossa! Parece que só esses pedaços de papel importam. Ficam colecionando isso. Bem já vi o homem dono do sapato contando os papéis dele. Tem horas que ele conta e fica feliz. Tem outras horas que ele conta e fica muito bravo. Mas não entendo por que.</p>
<p style="text-align: justify;"><em>O que eu sei e disso posso falar com conhecimento de causa, é que eu não incomodo! Eu fui incomodada, isso sim! Retirada de meu lugar natural, onde era grande e forte e, então, reduzida a essa pequenina pedra que agora vive dentro desse sapato e tem que aguentar o chulé do proprietário, além das comparações incômodas com meu nome. Não incomodo mesmo! Estou há dias aqui e o dono do sapato nem notou minha presença!</em></p>
<p style="text-align: center;"><img class="aligncenter" title="rocha2" src="http://img35.imageshack.us/img35/6994/rochadamontanha1.jpg" alt="" width="407" height="286" /></p>
<p style="text-align: center;"><strong><em>Ai que saudade de ser rocha da montanha!</em></strong></p>
<p style="text-align: center;">
<blockquote>
<p style="text-align: center;"><strong><em><img class="aligncenter" title="dani" src="http://img33.imageshack.us/img33/1903/minhaimagem.jpg" alt="" width="165" height="202" /><br />
</em></strong></p>
<p style="text-align: justify;">
<p style="text-align: justify;">
<p style="text-align: justify;">
<p style="text-align: center;"><span style="text-decoration: underline;"><strong><em>Quem sou:</em></strong></span></p>
<p style="text-align: justify;"><em>Paranaense, bióloga e jornalista. Apaixonada por minhas duas profissões.</em></p>
<p style="text-align: justify;"><em>Geminiana, infinitamente amante da vida. Viciada em livros e músicas.</em></p>
<p style="text-align: justify;"><em>Ler é meu vício. O melhor dos vícios. Aquele que não quero perder nunca. Escrever é uma forma de me expressar e de me encontrar em mim&#8230; Enquanto escrevo, viajo em meus pensamentos e sentimentos, que são infinitos e, por vezes, demasiado confusos.</em></p>
<p style="text-align: justify;"><em>Não tenho uma predileção para escrever sobre isso ou aquilo, esse ou aquele tema ou assunto. Escrevo sobre tudo que me vem à alma&#8230; As palavras afloram sem hora ou local certo. Então, sempre carrego papel e caneta comigo&#8230;</em></p>
<p style="text-align: justify;"><em>Tenho mania de escrever em papel. Adoro canetas e acho que minhas letras fluem mais suaves assim. Mas escrevo no teclado também, às vezes.</em></p>
<p style="text-align: justify;"><em>Sincera e totalmente apaixonada pela vida e pelas pessoas. O amor é algo intrínseco a minha existência. Minha família é meu alicerce e minhas sobrinhas, minhas grandes e absolutas paixões.</em></p>
<p style="text-align: justify;"><em>Vivo com os pés na terra, mas com a alma e o coração totalmente soltos ao céu! Fantasio, sonho, desejo, anseio&#8230; Quero com intensidade, busco com ferocidade&#8230; Não tenho medo de lutar por meus desejos e nem me entrego com facilidade. Mas sei exatamente o que quero e para onde quero ir, mesmo quando minha alma levita e se perde no infinito de mim mesma.</em></p>
<p style="text-align: justify;"><em>Posso ser uma ou várias&#8230; Sou mutável&#8230; Não gosto de rotina&#8230; Mas em todas de mim, encontrarão sempre o mesmo amor e a mesma intensidade em viver e desejar. Além disso, em todas de mim, encontrarão sinceridade e lealdade a tudo que acho correto.</em></p>
<p style="text-align: justify;"><em>Se quiserem me conhecer mais, leiam minhas linhas e escritos&#8230; E irão me descobrindo aos pouquinhos.</em></p>
<p style="text-align: justify;"><em><strong>Blog</strong></em>: <a href="http://www.danisgorlon.com">Em Busca de Mim Mesma</a></p>
<p style="text-align: justify;"><em><strong>Email</strong></em>: <a href="mailto:danisgorlon@danisgorlon.com">danisgorlon@danisgorlon.com</a></p>
<p style="text-align: justify;"><em><strong>Twitter</strong></em>: <a href="http://twitter.com/danisgorlon">@danisgorlon</a></p>
</blockquote>
]]></content:encoded>
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		<title>Vende-se Felicidade</title>
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		<pubDate>Thu, 23 Dec 2010 14:00:45 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Sandra Cajado</dc:creator>
				<category><![CDATA[Revelação]]></category>

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		<description><![CDATA[Por Carina Di Leo em Revelação

Os pintores italianos descobriram a perspectiva, Copérnico afirmou que a terra gira em torno do sol, Shakespeare descobriu Otelo, Hamlet, Romeu e Julieta. Colombo descobriu a América, Gutenberg a Imprensa, e Cabral descobriu o Brasil, até o Brasil descobrir o samba, que descobriu a cadência, que trouxe alegria. E o homem inventou tal forma de alegria compassada em ritmo, em poesia, em roda, amigos e coisa boa, e coisa e tal.
Acabamos de inventar a felicidade. Que se inventa quando se inventa alguma coisa boa pra ...]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p style="text-align: right;"><em>Por <a href="http://sandracajado.com.br/2010/12/09/a-meia-luz/"><strong>Carina Di Leo</strong></a> em <a href="http://sandracajado.com.br/category/revelacao/"><strong>Revelação</strong></a></em></p>
<p style="text-align: center;"><img class="aligncenter" title="happy" src="http://img718.imageshack.us/img718/9003/4234993511e1d3b7c1e1zth.jpg" alt="" width="384" height="275" /></p>
<p style="text-align: justify;">Os pintores italianos descobriram a perspectiva, Copérnico afirmou que a terra gira em torno do sol, Shakespeare descobriu Otelo, Hamlet, Romeu e Julieta. Colombo descobriu a América, Gutenberg a Imprensa, e Cabral descobriu o Brasil, até o Brasil descobrir o samba, que descobriu a cadência, que trouxe alegria. E o homem inventou tal forma de alegria compassada em ritmo, em poesia, em roda, amigos e coisa boa, e coisa e tal.</p>
<p style="text-align: justify;">Acabamos de inventar a felicidade. Que se inventa quando se inventa alguma coisa boa pra fazer&#8230; É aquela mesa de bar de final de semana, é o som de fevereiro prolongado à janeiro do ano seguinte, é seguir sorrindo mesmo quando uma quarta-feira é cinzenta. A vida é uma graça, gostosa de viver,e  feita para se servir do jantar cujo prato principal é a busca pelo aconchego do vento, do sol, da chuva, da lua, do outro.</p>
<p style="text-align: justify;">Inventa-se a felicidade. E não existe essa besteira de buscá-la, esperá-la. Inventa-se. E assim ela se faz presente, de fevereiro à janeiro do ano seguinte. É o ritmo que se dança, aquele mesmo tal samba que se coloca pra tocar. É dançar quando o único jeito é seguir a música que toca. É ir até o fundo do quintal da alegria, puxar um banco, se sentir em casa, puxar uma conversa, contar uma piada, fofocar. É o encontro, não é a busca.</p>
<p style="text-align: center;"><em>E que  sigamos a estrada assim.</em></p>
<p style="text-align: center;"><img class="aligncenter" title="feliz" src="http://img825.imageshack.us/img825/6960/tumblrlb250ofopb1qcucpx.jpg" alt="" width="369" height="252" /></p>
<p style="text-align: center;"><em>Veja no outro, seja no outro, crie em si a felicidade. Inventa-se a felicidade, e assim vende-se ela também.</em></p>
<p style="text-align: center;"><strong><em>Carina Di Leo</em></strong></p>
<blockquote>
<p style="text-align: center;">
<p style="text-align: center;"><img class="aligncenter" title="cari" src="http://img692.imageshack.us/img692/5706/cimg5227reasonablysmall.jpg" alt="" width="222" height="222" /></p>
<p style="text-align: center;"><strong>Quem sou:</strong></p>
<p style="text-align: justify;"><em>Carina Di Leo Nogueira Costa, maranhense, fã das artes, acadêmica de pedagogia na Universidade Federal do Maranhão. Foi o que consegui acumular com 20 anos de idade, fora algumas vinte e poucas vidas, e esses vinte mil sentimentos que tento achar arranjando algumas letras subjetivadas de mim.</em></p>
<p style="text-align: justify;"><em>Sempre rodeada de folclore, dança, teatro, encontro o meu refúgio de hoje na escrita, mesmo que ainda desajustava e não profissional. E me sentindo lisonjeada por fazer essa visita mais próxima à família A&amp;C, na qual já acompanho a certo tempo, e muito admiro!</em></p>
<p style="text-align: justify;"><strong> Onde me encontrar</strong>: <a href="http://twitter.com/#%21/CarinaDiLeo">@CarinaDiLeo</a></p>
<p style="text-align: justify;">Página na web:<a href="http://carinadileo.blogspot.com/"> Carina Di Leo</a></p>
</blockquote>
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		</item>
		<item>
		<title>Amor&#8230;Indiferente amar</title>
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		<pubDate>Thu, 16 Dec 2010 14:00:34 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Sandra Cajado</dc:creator>
				<category><![CDATA[Revelação]]></category>

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		<description><![CDATA[Por Samyra Almeida
Queridos amigos e colunistas do A&#38;C, hoje venho falar de algo que julgo ser muito importante, há palavras proferidas ao vento, sem o conhecimento de seus significados, não se deve falar por falar precisa-se sentir. Que meus escritos afaguem vossos corações.

Amor&#8230;Indiferente amar
Anda-se banalizando o sentido da expressão “eu te amo”, será que em todas às vezes proferidas essas (três) palavrinhas realmente tem o significando que deveriam? Creio que não! Deve ser por isso que haja poucos amores intensos e verdadeiros nos dias atuais. Nunca transforme a frase &#8220;eu ...]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p style="text-align: right;"><strong><em>Por <span style="text-decoration: underline;">Samyra Almeida</span></em></strong></p>
<p style="text-align: justify;">Queridos amigos e colunistas do A&amp;C, hoje venho falar de algo que julgo ser muito importante, há palavras proferidas ao vento, sem o conhecimento de seus significados, não se deve falar por falar precisa-se sentir. Que meus escritos afaguem vossos corações.</p>
<p style="text-align: center;"><img class="aligncenter" title="amor" src="http://img12.imageshack.us/img12/4708/imagenn1.png" alt="" width="303" height="385" /></p>
<p style="text-align: center;"><strong>Amor&#8230;Indiferente amar</strong></p>
<p style="text-align: justify;">Anda-se banalizando o sentido da expressão “eu te amo”, será que em todas às vezes proferidas essas (três) palavrinhas realmente tem o significando que deveriam? Creio que não! Deve ser por isso que haja poucos amores intensos e verdadeiros nos dias atuais. Nunca transforme a frase &#8220;eu te amo&#8221; em uma coisa banal, diga-o somente quando realmente aquela vontade absurda lhe vier, ou então quando lhe derem razões para isso. Existem milhares de maneiras significativas de expressar seus sentimentos.</p>
<p style="text-align: justify;">Diferente do que dizem o contrário  do amor não é o ódio e sim a indiferença.</p>
<p style="text-align: justify;">Quando você odeia, de certa forma canaliza suas energias na pessoa odiada. Para odiar alguém precisamos reconhecer que esse alguém existe e que nos provoca sensações por piores que sejam, precisamos de um coração ainda que frio, e raciocínio ainda que doente. Odiar dá rugas no rosto, angústia no peito e noites mal dormidas, já a indiferença por sua vez deixa o recado no próprio nome: não quero saber, sua presença e ações não importam para mim. Talvez esse seja o maior desafio do amor, e a dor mais aguda que o coração possa sentir. Para sermos indiferentes não precisamos de nada, não estamos nem aí, não julgamos seus atos, ignoramos sua presença e nem nos damos conta de sua ausência. Na indiferença o outro não existe ou não é percebido&#8230; Pode estar aí a causa de haver tantos corações frustrados, que encontram na indiferença do ser amado um motivo para o ódio, sentimentos de vingança, ou pior&#8230;se jogam de uma ponte, pulam do 11º andar por alguém. Isso seria amor? Não! Eu diria falta de amor, de “amor próprio” sendo mais específica. É preciso amar-se antes de tudo, não dá para abraçar o mundo, exigir das pessoas, sem exigir e abraçar a nós mesmos.</p>
<p style="text-align: center;"><strong><em>Com licença poética uso os versos de Silvana Dorta:</em></strong></p>
<p style="text-align: center;"><em>“Me devolver o sol<br />
Me presentear novamente com o brilho da lua<br />
Me fazer repousar ao cheiro das flores<br />
Novamente me fazer voar<br />
Reatar minhas forças pra lutar<br />
Colocar em minhas mãos , o segredo da felicidade<br />
Me representar no amor<br />
Me fazer uma pequena mulher em uma guerreira amante do amor<br />
Devolver meu brilho no olhar<br />
Me amar”</em></p>
<p style="text-align: center;"><em> (&#8230;)</em></p>
<p style="text-align: center;">
<p style="text-align: center;"><em><img class="aligncenter" title="indiferença" src="http://img138.imageshack.us/img138/7721/imagemn2.png" alt="" width="378" height="239" /><br />
</em></p>
<p style="text-align: justify;">AMOR, esse nobre sentimento queridos leitores, foi feito para todos, mas poucos são os que têm pureza de coração e humildade para possuí-lo&#8230;odiar qualquer um pode, mas amar só os “diferentes” não os indiferentes.</p>
<p style="text-align: justify;">Ter maturidade para entender e aceitar as etapas da vida são atitudes de pessoas formadas por e para o amor, que não precisam ser ou sofrer por indiferença, porque são muito bem resolvidas e certamente só usarão “EU TE AMO” quando o sentir realmente.</p>
<p style="text-align: center;"><strong>“Não há metade do coração. Ou todo o amor ou toda a indiferença (&#8230;)”</strong></p>
<p style="text-align: center;"><strong>(</strong><a href="http://pensador.uol.com.br/autor/Camilo_Castelo_Branco/"><strong>Camilo Castelo Branco</strong></a><strong>)</strong></p>
<p><strong> </strong></p>
<p><strong> </strong></p>
<p style="text-align: center;">Beijos com carinho!!!</p>
<blockquote>
<p style="text-align: center;">
<p style="text-align: center;"><img class="aligncenter" title="samy" src="http://img842.imageshack.us/img842/9250/s83e.jpg" alt="" width="170" height="223" /></p>
<p><em> </em></p>
<p><em>*Quem sou:</em><strong><em> Samyra Almeida,</em></strong><em> 28 aninhos. Sinceridade e lealdade são algumas das características que definem meu caráter. Tenho personalidade forte e sou decidida, mas algumas vezes encontro situações que me fazem “perder o rebolado”. Tenho em Deus a resposta para todos os desígnios da vida e sou feliz por ser adoradora. Amo muito, sempre e sou amada. Quem me conhece hoje me reconhecerá sempre. Obrigada! @&gt;~~</em></p>
<p><em>*Onde me encontrar: </em></p>
<p><em>Twitter: @_SamyraS2_</em></p>
<p><em>E-mail: samyralmeida@hotmail.com</em></p></blockquote>
<p style="text-align: center;">
]]></content:encoded>
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		<item>
		<title>Revelação &#8211; Ou a dissecação de um coração vivo</title>
		<link>http://sandracajado.com.br/2010/12/14/revelacao-ou-a-dissecacao-de-um-coracao-vivo/</link>
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		<pubDate>Tue, 14 Dec 2010 14:10:46 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Sandra Cajado</dc:creator>
				<category><![CDATA[Revelação]]></category>

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		<description><![CDATA[Por @monicacompoesia



REVELAÇÃO – OU A DISSECAÇÃO DE UM CORAÇÃO VIVO.

Eis aqui um coração atormentado de indefinida precisão em pulsares poéticos, complexos e incansáveis de emoção. Um pedaço incompleto da minha literariamente urgente reflexão. Duas físicas metades incomensuráveis que se fazem unidade em feroz colisão. Um psicodélico desenho de traços intensos rabiscados de maquiagem pelo chão feito tatuagem na pele covarde docemente não provada da canção, marca borrada ensangüentada de batom, quadro grafitado devorado com profana e pessoal inspiração. Uma interna maquina em constante retroalimentação que sem nenhum receio, coragem ou ...]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p style="text-align: right;">Por<a href="http://twitter.com/monicacompoesia"> @monicacompoesia</a></p>
<p style="text-align: right;">
<p style="text-align: center;">
<p style="text-align: center;"><img class="aligncenter" title="core" src="http://img695.imageshack.us/img695/5857/caixadepapelcomcoracao.jpg" alt="" width="432" height="374" /></p>
<p style="text-align: center;"><strong><em>REVELAÇÃO – OU A DISSECAÇÃO DE UM CORAÇÃO VIVO.</em></strong></p>
<p style="text-align: center;">
<p style="text-align: justify;">Eis aqui um coração atormentado de indefinida precisão em pulsares poéticos, complexos e incansáveis de emoção. Um pedaço incompleto da minha literariamente urgente reflexão. Duas físicas metades incomensuráveis que se fazem unidade em feroz colisão. Um psicodélico desenho de traços intensos rabiscados de maquiagem pelo chão feito tatuagem na pele covarde docemente não provada da canção, marca borrada ensangüentada de batom, quadro grafitado devorado com profana e pessoal inspiração. Uma interna maquina em constante retroalimentação que sem nenhum receio, coragem ou perdão se entrega de medo a sua cruel e irrevogável contradição. Carne de uma inexistente saudade que dilacera a palavra na lamina afiada de uma paixão inutilmente gravada de dor sem recordação por uma falta ácida que se arde pelos ares irrespiráveis a urrar dos sonhares sem movimento e som. Um instrumento de não verbal repercussão a provocar batidas hemorrágicas e assimétricas de ilusão. Meu órgão vital em constante transfusão, purificador do verso libertário derramado sem contenção, escrito sem fé ou razão pelas minhas incontroláveis, irrepresáveis e navegáveis mãos. Parte integrante do corpo parido são que nasce da minha idéia inquieta em deformação, da minha louca sanidade que se enxerga sem visão, da minha inconfessa cega boca despida do pecado da intenção a sussurrar uma improvável e inegável constatação repleta da mais visceral desconstrução que me revela em teias expostas na rede plena de conexão, tempo real na veia em decisão de seguir única e exclusivamente incoerente sem caminho a sua nua direção. Meu destino. Presencial ou não. Para sempre. Poesia.</p>
<p style="text-align: center;"><a href="http://twitter.com/monicacompoesia">@monicacompoesia</a></p>
<blockquote>
<p style="text-align: center;"><img class="aligncenter" title="moni" src="http://img109.imageshack.us/img109/5969/meusolhosmonicacompoesi.jpg" alt="" width="150" height="167" /></p>
<div><strong><em>Bio humana menina poeta :</em></strong></div>
<div><em>Admiro o que é real e intenso. Gosto da sonoridade silenciosa do pensamento, mas preciso da palavra como expressão do sentimento.</em></div>
<div></div>
<div><em><strong>Onde me encontrar:</strong></em></div>
<div><strong><em><a href="http://coisaspoeticas.blogspot.com">Coisas Poéticas</a></em></strong></div>
<div><strong><em><a href="http://coracaodeumanjo.blogspot.com">Coração de um Anjo</a></em></strong></div>
<div><strong><em><a href="http://verseando.wordpress.com">Verseando</a></em></strong></div>
<div><strong><em><a href="http://inteiraspalavras.posterous.com">Inteiras Palavras</a></em></strong></div>
</blockquote>
]]></content:encoded>
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		</item>
		<item>
		<title>À Meia Luz&#8230;</title>
		<link>http://sandracajado.com.br/2010/12/09/a-meia-luz/</link>
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		<pubDate>Thu, 09 Dec 2010 14:10:09 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Sandra Cajado</dc:creator>
				<category><![CDATA[Revelação]]></category>

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		<description><![CDATA[
À meia luz
Travesseiros jogados, abajures quebrados, casa sem luz.
Foi o que era pra bagunçar, tudo o que queríamos, tanto que não deveríamos, fomos, e de tantas cabeças para baixo me deixei tonta. Agora como reorganizar?
É teu veneno que me entorpece de preguiça. Vem. Deixa como está. Que encontrar um canto na tua temperatura não faz tão mal, nada de anormal o meu querer ter, mesmo não sendo. É o que eu penso depois que eu penso em mim. É como só parcialmente eu me misturo, assim.
Eu volto pra essa bagunça, ...]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p style="text-align: center;"><img class="aligncenter" title="abajur" src="http://img844.imageshack.us/img844/4360/tumblrl81lf8iurb1qa9yjm.jpg" alt="" width="362" height="241" /></p>
<p style="text-align: center;"><strong>À meia luz</strong></p>
<p>Travesseiros jogados, abajures quebrados, casa sem luz.</p>
<p>Foi o que era pra bagunçar, tudo o que queríamos, tanto que não deveríamos, fomos, e de tantas cabeças para baixo me deixei tonta. Agora como reorganizar?</p>
<p>É teu veneno que me entorpece de preguiça. Vem. Deixa como está. Que encontrar um canto na tua temperatura não faz tão mal, nada de anormal o meu querer ter, mesmo não sendo. É o que eu penso depois que eu penso em mim. É como só parcialmente eu me misturo, assim.</p>
<p>Eu volto pra essa bagunça, pra essa casa mal arranjada, pra mal caminhar nessa estrada, tonta, pra buscar o antídoto teu. Eu só preciso te tirar do sério, e mostrar a medida certa do que realmente quero. Voltar ao signo meu.</p>
<p>Pra ajeitar a casa, e consertar o abajur&#8230;</p>
<blockquote>
<p style="text-align: center;"><img class="aligncenter" title="cari" src="http://img830.imageshack.us/img830/5706/cimg5227reasonablysmall.jpg" alt="" width="185" height="185" /></p>
<p><strong>Quem sou:</strong></p>
<p><em>Carina Di Leo Nogueira Costa, maranhense, fã das artes, acadêmica de pedagogia na Universidade Federal do Maranhão. Foi o que consegui acumular com 20 anos de idade, fora algumas vinte e poucas vidas, e esses vinte mil sentimentos que tento achar arranjando algumas letras subjetivadas de mim.</em></p>
<p><em>Sempre rodeada de folclore, dança, teatro, encontro o meu refúgio de hoje na escrita, mesmo que ainda desajustava e não profissional. E me sentindo lisonjeada por fazer essa visita mais próxima à família A&amp;C, na qual já acompanho a certo tempo, e muito admiro!</em></p>
<p><strong> Onde me encontrar</strong>: <a href="http://twitter.com/#!/CarinaDiLeo">@CarinaDiLeo</a></p>
<p>Página na web:<a href="http://carinadileo.blogspot.com/"> Carina Di Leo</a></p></blockquote>
]]></content:encoded>
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		</item>
		<item>
		<title>As Peculiaridades do (meu)Amor&#8230;</title>
		<link>http://sandracajado.com.br/2010/12/02/as-peculiaridades-do-meuamor/</link>
		<comments>http://sandracajado.com.br/2010/12/02/as-peculiaridades-do-meuamor/#comments</comments>
		<pubDate>Thu, 02 Dec 2010 14:10:18 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Sandra Cajado</dc:creator>
				<category><![CDATA[Revelação]]></category>

		<guid isPermaLink="false">http://sandracajado.com.br/?p=4100</guid>
		<description><![CDATA[Por Samyra Almeida
Querida família A&#38;C e amigos, cá eu novamente com simplórios escritos&#8230; Espero que a essência de meus devaneios palavreados junta às emoções guardadas na alma, consigam o objetivo de afagar o coração de cada um que por aqui passar. E a você (meu) amor, de forma toda especial.
A vida é hipócrita se eu não puder viver do modo como ela me leva (C. Fry)
As peculiaridades do (meu) amor


Não sou dada a exageros, mas eu juro, juro mesmo que não entendo o conceito de normalidade nesse mundo de loucos ...]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p style="text-align: right;"><strong><em>Por Samyra Almeida</em></strong></p>
<p style="text-align: justify;">Querida família A&amp;C e amigos, cá eu novamente com simplórios escritos&#8230; Espero que a essência de meus devaneios palavreados junta às emoções guardadas na alma, consigam o objetivo de afagar o coração de cada um que por aqui passar. E a você (meu) amor, de forma toda especial.</p>
<p style="text-align: center;"><strong>A vida é hipócrita se eu não puder viver do modo como ela me leva (C. Fry)</strong></p>
<p style="text-align: center;"><strong>As peculiaridades do (meu) amor</strong></p>
<p style="text-align: center;"><strong><img class="aligncenter" title="olhar" src="http://img827.imageshack.us/img827/8246/olhares.jpg" alt="" width="369" height="293" /></strong></p>
<p style="text-align: justify;">
<p style="text-align: justify;">Não sou dada a exageros, mas eu juro, <em>juro mesmo</em> que não entendo o conceito de normalidade nesse mundo de loucos amores. Há desejos gravados tão profundamente em mim que não posso ignorá-los sem perder minha alma, são essenciais para quem sou, o que sou e desejo ser. São sentimentos reversos, controversos, complexos, que despertam loucuras em minhas emoções. Tenho um amor ardente, veementemente, desmedidamente intenso da forma como sou.</p>
<p style="text-align: justify;">E deixe-me dizer claramente, o verdadeiro amor é o caminho, da perdição à redenção ou, vice-versa. Seja como for, amar nos faz vulneráveis, hora o coração aperta, hora despedaça e hora desperta. Mesmo assim, minha vida é uma história de amor inserida no meio de uma batalha vencida. Sou quebrável, penetrável, remissível, são demais para mencionar as paredes que minha “cara” já ousou quebrar.</p>
<p style="text-align: center;"><em>Sou propensa a longos silêncios</em></p>
<p style="text-align: center;"><em>consigo ouvir meu coração</em></p>
<p style="text-align: center;"><em>tenho mania de compartilhar pensamentos</em></p>
<p style="text-align: center;"><em>evoco fogo, amor e razão.</em></p>
<p style="text-align: center;">
<p style="text-align: center;"><em>Vivo o amor com uma grande propriedade</em></p>
<p style="text-align: center;"><em>um louco desejo que me invade</em></p>
<p style="text-align: center;"><em>não funciono sem paixão</em></p>
<p style="text-align: center;"><em>incito devaneios singulares</em></p>
<p style="text-align: center;"><em>ofereço meu verdadeiro coração.</em></p>
<p style="text-align: center;">
<p style="text-align: center;"><em>Adoro ser, sentir, amar e esperar&#8230;</em></p>
<p style="text-align: center;">
<p style="text-align: center;"><em>Adoro o frio na barriga quando se aproximas</em></p>
<p style="text-align: center;"><em>e a cada passo me sinto mais em você.</em></p>
<p style="text-align: center;"><em>Adoro quando o seu olhar encontra o meu</em></p>
<p style="text-align: center;"><em>e o coração taquicárdico parece que vai falhar.</em></p>
<p style="text-align: center;">
<p style="text-align: center;"><em>Adoro sua respiração ofegante e cada vontade</em></p>
<p style="text-align: center;"><em>vira uma realidade quando sinto seu leve tocar.</em></p>
<p style="text-align: center;"><em>Seus beijos provocam-me ânsia de amar,</em></p>
<p style="text-align: center;"><em>de rolar sobre a luz da lua, na noite crua,</em></p>
<p style="text-align: center;"><em>que louco sonhar!</em></p>
<p style="text-align: center;">
<p style="text-align: center;"><em>Em seu amplo amor minha alma pode deitar e descansar&#8230;</em></p>
<p style="text-align: center;">
<p style="text-align: center;"><em>Meu ímpeto de prazeres inerentes á alma,</em></p>
<p style="text-align: center;"><em>minha brasa ardente que inebria corpo e mente.</em></p>
<p style="text-align: center;"><em>Que desejo fugaz faz do mal um bem-querer?</em></p>
<p style="text-align: center;"><em>meus sentimentos primitivos têm estirpe de prazer.</em></p>
<p style="text-align: center;">
<p style="text-align: center;"><em>Há! As peculiaridades do (meu) amor. É um tal de</em></p>
<p style="text-align: center;">
<p style="text-align: center;"><em>ama</em></p>
<p style="text-align: center;">
<p style="text-align: center;"><em>odeia</em></p>
<p style="text-align: center;">
<p style="text-align: center;"><em>perdoa.</em></p>
<p style="text-align: center;">
<p style="text-align: center;"><em>Briga</em></p>
<p style="text-align: center;">
<p style="text-align: center;"><em>faz amor</em></p>
<p style="text-align: center;">
<p style="text-align: center;"><em>esfria e</em></p>
<p style="text-align: center;">
<p style="text-align: center;"><em>INCENDÊIA.</em></p>
<p style="text-align: center;">
<p style="text-align: center;"><strong>(Samyra Almeida)</strong></p>
<p style="text-align: center;"><strong><img class="aligncenter" title="balão" src="http://img138.imageshack.us/img138/9033/amoreyou.jpg" alt="" width="320" height="240" /></strong></p>
<p style="text-align: center;"><em><strong>&#8220;Toda mulher é doida. Impossível não ser. A gente nasce com um dispositivo interno que nos informa&#8230;que sem amor, a vida não vale a pena.&#8221;</strong></em></p>
<p style="text-align: center;"><em><strong>(Martha Medeiros)</strong></em></p>
<p style="text-align: center;"><strong><br />
</strong></p>
<blockquote>
<p style="text-align: center;"><strong><br />
</strong></p>
<p style="text-align: center;"><img class="aligncenter" title="samy" src="http://img337.imageshack.us/img337/9250/s83e.jpg" alt="" width="170" height="221" /></p>
<p><em><strong>Quem sou:</strong></em><strong><em> </em></strong></p>
<p style="text-align: justify;"><em>*</em><strong><em>Samyra Almeida,</em></strong><em> 28 aninhos. Sinceridade e lealdade são algumas das características que definem meu caráter. Tenho personalidade forte e sou decidida, mas algumas vezes encontro situações que me fazem “perder o rebolado”. Tenho em Deus a resposta para todos os desígnios da vida e sou feliz por ser adoradora. Amo muito, sempre e sou amada. Quem me conhece hoje me reconhecerá sempre. Obrigada! @&gt;~~</em></p>
<p style="text-align: justify;"><em>*Onde me encontrar: </em></p>
<p style="text-align: justify;"><em>Twitter: <a href="http://twitter.com/_SamyraS2_" target="_blank">@_SamyraS2_</a></em></p>
<p style="text-align: justify;"><em>E-mail: samyralmeida@hotmail.com</em></p>
</blockquote>
<p><strong> </strong></p>
]]></content:encoded>
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		<item>
		<title>Kiss me, kiss me, kiss me</title>
		<link>http://sandracajado.com.br/2010/11/20/kiss-me-kiss-me-kiss-me/</link>
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		<pubDate>Sat, 20 Nov 2010 02:10:55 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Sandra Cajado</dc:creator>
				<category><![CDATA[Revelação]]></category>

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		<description><![CDATA[Por Van Luchiari

© É a tua língua que me come.
Teu beijo é tudo o que me consome
Como se fosse sólida a minha fome
Como se fosse líquido o meu nome.
É a tua boca úmida que me lambe e prova
E meus afrodisíacos urgentemente devora
Como se desperdiçar-me fosse vil pecado
Como se fosse um erro ter se apaixonado.
É a tua alma que me engole e morde
Pedaços inteiros de paixão e arte
Recheando as noites, madrugada e sorte
Derramar-me em ti é escapar da morte.
É o teu ar que me respira.
Intoxicante e rarefeito.
Mutações de mim que o ...]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p style="text-align: right;"><em><strong>Por Van Luchiari</strong></em></p>
<p style="text-align: center;"><a><img src="http://img87.imageshack.us/img87/7915/van004.jpg" border="0" alt="" width="240" height="277" /></a></p>
<p style="text-align: center;"><span>©<strong> </strong></span><strong><span>É a tua língua que me come.<br />
</span></strong>Teu beijo é tudo o que me consome<br />
Como se fosse sólida a minha fome<br />
Como se fosse líquido o meu nome.</p>
<p style="text-align: center;"><strong><span>É a tua boca </span></strong><strong>úmida</strong><span> <strong>que me lambe e prova<br />
</strong></span>E meus afrodisíacos <span>urgentemente devora<br />
</span>Como se desperdiçar-me fosse vil pecado<br />
Como se fosse um erro ter se apaixonado.</p>
<p style="text-align: center;"><strong><span>É a tua alma que me engole e morde<br />
</span></strong>Pedaços inteiros de <span>paixão e arte<br />
</span>Recheando as noites, madrugada e sorte<br />
Derramar-me em ti é escapar da morte.</p>
<p style="text-align: center;"><strong><span>É o teu ar que me respira.<br />
</span></strong>Intoxicante e rarefeito.<br />
Mutações de mim que o teu corpo sabe e toma<br />
Meu tamanho exato é o teu encaixe perfeito.<br />
Já não há mais limites. <span>Já não há mais segredo.</span></p>
<p style="text-align: center;"><strong><span>Ao teu gosto eu me misturo.<br />
</span></strong>Como tinta aflita em superfície nua<br />
<span>Como tela áspera onde o corpo </span>atua</p>
<p style="text-align: center;"><strong><span>Toma! Farta-te! Minha obra final é tua!</span></strong> <span>©</span></p>
<p style="text-align: center;"><strong><span style="color: #666666;"><span><span style="color: #000000;">*Texto registrado na Biblioteca Nacional.</span><span style="color: #000000;"> Todos os direitos reservados ©</span></span></span></strong></p>
<p style="text-align: center;">
<blockquote>
<p style="text-align: center;"><img class="aligncenter" style="border: 0px initial initial;" src="http://img403.imageshack.us/img403/7859/pepe020copy.jpg" border="0" alt="" width="190" height="155" /></p>
<p style="text-align: center;"><strong>Quem é Van Luchiari?</strong></p>
<p style="text-align: justify;">Uma &#8220;Arteira&#8221;. Cuspidora de Música e Artes.<br />
Compositora de  instrumentos, vozes, palco, luzes, canto, melancolias, pincéis, cores,  design, asas, cavernas, tintas, fotografia, sinfonias, melodias, rimas,  prosa, versos, telas, imaginação, abismos, tempestades, morangos, raios,  artes, decoração, mão-na-massa, blogs, poesias, escritos, sonhos,  quereres&#8230;<br />
Observadora de Estrelas, de olhos, de almas, de percepção,  de profundidades, de Picassos, Matisses, Mirós&#8230;<br />
Fazedora de artes,  encantamentos, balangandãs, amores, beijos, sorrisos, drinks, mordidas,  provocações, manias, ilusões&#8230;<br />
Equilibrista de distâncias, palavras,  letras nas máquinas de escrever, aprendizados, sentimentos, paixões,  êxtases, orgasmos, borboletas, cristais, ventanias, cordas, pés  descalços, nudez, erotismos, teias e baratos afins&#8230;<br />
E depois de tudo, um fim.</p>
<p style="text-align: justify;"><strong>MSN: </strong><a href="http://mail.uol.com.br/compose?to=van@mahalilla.com.br" target="_blank">van@mahalilla.com.br</a><br />
<strong>Twitter:</strong> <a href="http://twitter.com/vanluchi" target="_blank">@vanluchi</a><br />
<strong>Site: </strong><a href="www.vanluchiari.com.br" target="_blank">VAN FILOSOFIA! </a></p>
</blockquote>
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		<title>Não fuja de seus sonhos</title>
		<link>http://sandracajado.com.br/2010/11/17/nao-fuja-de-seus-sonhos/</link>
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		<pubDate>Wed, 17 Nov 2010 14:10:48 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Sandra Cajado</dc:creator>
				<category><![CDATA[Revelação]]></category>

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		<description><![CDATA[Por Beatriz Tannuri


 
Quando eu tinha uns 14 ou 15 anos &#8211; não sei bem -, faltei deliberadamente à aula, justamente no dia em que iria ser feita a escolha dos membros para compor o grupo de teatro do colégio. Nunca contei isso a ninguém e passei anos para entender por que fiz aquilo, tendo em vista que, naquela época, fazer teatro era tudo o que eu queria: era o meu sonho.
A história acima é só para dar pano de fundo ao tema que parece contraditório. Afinal, por que fugir ...]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p style="text-align: right;"><strong><em>Por Beatriz Tannuri<br />
</em></strong></p>
<p style="text-align: center;"><a><img src="http://img403.imageshack.us/img403/9086/sonhosportoamortop.jpg" border="0" alt="" width="392" height="361" /></a></p>
<p><strong> </strong></p>
<p style="text-align: justify;">Quando eu tinha uns 14 ou 15 anos &#8211; não sei bem -, faltei deliberadamente à aula, justamente no dia em que iria ser feita a escolha dos membros para compor o grupo de teatro do colégio. Nunca contei isso a ninguém e passei anos para entender por que fiz aquilo, tendo em vista que, naquela época, fazer teatro era tudo o que eu queria: era o meu sonho.</p>
<p style="text-align: justify;">A história acima é só para dar pano de fundo ao tema que parece contraditório. Afinal, por que fugir quando temos a possibilidade de realizar algo que queremos muito? Por medo de conseguir?  Uma vez escutei alguém dizer que devemos pensar bem no que pedimos, pois corremos o risco de que o desejo se realize.</p>
<p style="text-align: justify;">Pode ser que realmente tenhamos medo de alcançar o que almejamos e, depois, não sabermos o que fazer com a conquista. Mas acho, também, que o fato de recear o tão sonhado desejo tem a ver com não se achar capaz de atingir o que se quer.</p>
<p style="text-align: justify;">O medo é tão grande, muitas vezes até maior do que o próprio sonho que, quando se chega perto, se foge pelo temor de ter que enfrentar a decepção da possibilidade de não conseguir. Porém, com isso é desperdiçado o tão valoroso prazer advindo da conquista que também poder acontecer.</p>
<p style="text-align: justify;">Fugir dos sonhos é enterrar a criatividade. Pensar que a vida tem que ser feita de coerência e previsibilidade é apenas uma maneira de sufocar os desejos que não se tem coragem para perseguir. É mais fácil fingir que não os tem do que ter que enfrentar a dor de, por vezes, não poder realizá-los. Contudo, é muito mais difícil viver sem eles e passar uma existência em preto e branco, ditada pela lógica da exatidão, do que pelo colorido da vulnerabilidade do sonhar.</p>
<p style="text-align: justify;">Fugir dos sonhos é um boicote ao próprio ser, é mentir para o espelho, é um jogo em que só há perdedor, porque o roubo é de si próprio e não há a quem dar o produto do ato. E, solitário, o ser assiste ao triste prejuízo do esvair, pelos ralos dos sentimentos, a esperança de poder ter o almejado desejo vivido, nem que por um único segundo, mas vivido.</p>
<p style="text-align: justify;">O medo do sofrer anestesia a dor, mas também o prazer. O sonho é a parte da vida disfarçada de frágil, que só os que não têm temor pela emoção conseguem entender.</p>
<p style="text-align: justify;">O sonho é o alimento da alma, que energiza as mentes que se permitem a ousadia de serem felizes.</p>
<p style="text-align: justify;">Não fuja de seus sonhos.</p>
<blockquote>
<p style="text-align: center;"><img class="aligncenter" title="beatriz" src="http://img256.imageshack.us/img256/8777/imagem177f.jpg" alt="" width="144" height="192" /></p>
<p style="text-align: center;"><strong><em>Um pouco de Beatriz:</em></strong></p>
<p style="text-align: justify;">Sou  matemática de formação, atuei por mais de 20 anos na área financeira.  Agora estou mudando de pele revivendo meu lado de escritora e vivendo  essa nova fase me sentindo completamente apaixonada pela escrita.</p>
<p style="text-align: justify;">Publiquei meu primeiro romance <em><strong>&#8220;Tudo Na Vida É Passageiro&#8221;</strong></em> no site do Clube de Autores e me delicio com o prazer de escrever meus  textos sobre os sentimentos da vida e não quero mais parar, os leitores  que me aguardem.</p>
</blockquote>
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