Todas as vezes que vejo uma mulher se disponibilizar a fazer algo a chance que aquilo de certo é imensa pois sempre vai haver um toque angelical e mesmo que a coisa penda um pouco pra sensualidade vai dar para perceber claramente as diferenças. E quando elas resolvem falar em amor fica ainda mais apaixonante.
O Baile do Mynno – Sobre isso, aquilo outro e a volta do momento abana!
Leia mais…by Dj Mynno
As xilogravuras foram inicialmente usadas na Europa, durante a Idade Média, a fim de imprimir desenhos em tecidos. Já no século 15, os artistas realizavam xilogravuras para representar temas religiosos, para enfeitar e ilustrar livros e fazer cartas de baralho. Em fins do século 15 e início do século 16, o artista alemão Albrecht Dürer criou xilogravuras que atingiram pontos culminantes de expressão e habilidade técnica.
Ando meio com um pé atrás. Mas já ouvi dizer que é quando a gente está no limite, quase a perder, ou até, já sem esperança, que a coisa acontece. Ela aparece. Ela amanhece e ultrapassa sua noite tão familiar pra ver a luz do sol a refletir na superfície do meu ser.
Não ando me aprofundando muito, para não sofrer demasiadas desilusões. Acho que o tempo ajudará superar. A mágoa não vale à pena. Já ouviu aquela frase: “O ressentimento é um veneno que se toma esperando que o outro morra”.
Se aquela música romântica é tocada enquanto o radialista com sua voz de algodão lança nas ondas sonoras do rádio algumas palavras de amor, quem pode impedir as lágrimas da menina que deitada na cama com seu bichinho de pelúcia sonha acordada com o seu amado?
Na escola, amigas se unem e trocam cadernos. Não são cadernos de estudos. São cadernos cheios de palavras, frases e sentimentos onde flui o nobre sentimento: o primeiro amor.
Época gostosa que a gente ri de bobeira e chora sem motivo.
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Dias de João é uma musica de Luzenice Macedo em parceira com Luis Lima que foi lindamente selecionada para a Mostra do SESC “Onde Canta o Sabiá” (http://www.sescma.com.br/). Não é competitiva e encerra hoje!
“Dias de João” vai estar sendo apresentada por Luis Lima e Didã (enquanto isso podem ouvir um pouco dela no site: Aqui )
Apareçam meia hora antes do espetáculo (as 20hs) e peguem os ingressos, gratuitamente.
HOJE no Teatro João do Vale, Praia Grande, São Luis.
Contamos com a presença de todos!
Ela tem pele olivácea, mas cora diante do mais humilde elogio.
Ela tem gosto agridoce, tem cheiro marcante e olhar sem igual.
Ela é toda menina, metade genuína de uma grande mulher.
Ela muito se machuca, mas assume toda culpa das intempéries do seu coração.
Ela reconhece seus erros, por vezes pratica o acerto, aceita seus defeitos e em meio a lágrimas tenta recomeçar.
Ela vive em transcendência.
E merece sempre seu próprio perdão.
Por Samyra Almeida em Inefáveis Sentimentos
uca se olhou no espelho e viu um sujeito abatido, desesperançado, sem alegria, sem ânimo, com os pensamentos envoltos em elucubrações que até perdiam sentido. “Porque estava assim? Onde estava sua crença em algo maior, superior as suas dores e lamentações? Onde a força que o sustenta e dá bom ânimo”? Como sair daquela situação? Sabia que havia pessoas sofrendo muito mais que apenas a perda de um emprego! O que iria fazer daqui pra frente?
‘Meus sentidos dançam ao mesmo ritmo de teus desejos
Minhas vontades cantam na iminência de te pertencer
Meus olhos anseiam pelo encontro com teus olhos
Minha alma vibra quando sente teu amor…’
Antes… Antes do Por do Sol
Acontece que viver nos obriga estar dentro, ainda que não no centro, senão perdemos o viço, perdemos o foco e nos perdemos. Quem se afasta demais do bulício da vida, senti cada retorno como um renascimento, todas às vezes, inevitavelmente, você precisa reaprender algo de novo, as intempéries misturam-se aos dias bonitos e não é fácil lidar com essa pluralidade de circunstâncias, de sentimentos e de gente. Tomar consciência do que existe enredado em cada canto obscuro da alma é a sobriedade cortante que, no mínimo, provoca arranhões significativos na maturidade e não garante à indulgência de receber serenamente tudo o que a vida oferece. Misturar muito as coisas é um perigo não sinalizado, bebi tantos pensamentos, engoli algumas pessoas e mastiguei várias amarguras, minhas e suas, hoje acordei de ressaca.
O sabor das Missivas…Por Lunna Guedes em “O mundo que eu vi ontem”
“Ao menos sou sua amiga!” – escreveu em 24 de abril de 1943, pouco antes da morte do Mário, a quem certa vez ela escreveu dizendo “Mário: só não digo que V. é um anjo para não o estragar” (1942)…
Um dia, ela esperou no banco e ele não apareceu. Esperou por dias e ele não deu notícias. Até que ela desistiu de ir até lá. Mas ficava de sua janela, observando a praça. E foi dali que ela o viu, passando com a moça bonita, vistosa, que falava tão bem. E ela via os beijos, os carinhos e as palavras de amor, que antes eram dela, dedicados somente à moça, agora.
E por incontáveis dias ela chorou.
Leia mais…Por Hélia Barbosa em “Doce Inquietude”
Este é um dia de Sol e de Vento
Mas, pelas bermas da esguia
Estrada branca, solto as folhas
E cuspo as pequenas sementes –
Assim cultivo os firmes pilares
Da Nova Crença, da Nova Ideia.
Pedro Belo Clara
«A coluna desta quinzena é dedicada à memória de meu querido avô Augusto Aranha» .
No dia 12 de setembro é comemorado aqui no país o “Dia da Seresta”. Seresta foi um nome surgido no século XX, no Brasil, para rebatizar a mais antiga tradição de cantoria popular das cidades: a serenata. No Brasil, o costume das serenatas seria referido pelo viajante francês Le Gentil de la Barbinais, de passagem por Salvador em 1717.
Alguns gêneros são derivados da seresta como: a modinha tradicional; a música romântica; o Lundu (lundu-canção), o Samba (samba-canção), o Choro (choro-canção); o Bolero, a Valsa, a Toada, a Guarânia; o Fox-canção; o Chorinho; até o fado, o Tango.
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Por Fábio Luis em “Sentimentos em Versos”
O que fazer quando não há mais nada por fazer? Insistir? Tentar? Para que? Para esgotar o querer? E mudar, deixar ir, virar a esquina e alterar o rumo? Talvez o que tenhas que fazer quando não há mais nada por fazer é simplesmente não fazer. É começar outra história e jogar a velha fora, mesmo que incompleta.
Não adianta dizer que o outro não sabe, não quer, não compreende! Aquele lugarzinho especial que te enlouquece? Só você pode conseguir chegar lá, ou ensinar o caminho. Só você sabe exatamente do que precisa.
Por Paula Jácome em Divinos Orgasmos